O que o Minha Vida mostra, a seguir, são os resultados de alguns estudos sobre os efeitos dos alimentos na saúde. Revelamos, portanto, quais são os nutrientes capazes de ter dar uma mãozinha na hora de tratar e até mesmo prevenir doenças como diabetes ou transtornos como as dores-de-cabeça.
Porém, vale ressaltar que as seguintes informações não dispensam orientações médicas e que a alimentação por si só não consegue combater os danos causados pelo sedentarismo e outros maus hábitos. (Sedentarismo é mais grave que males do coração)
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Controlar a ingestão de sal ajuda a manter a pressão em dia
Pressão arterial
É grande o número de pessoas propensas ao desenvolvimento de hipertensão e os hábitos alimentares têm grande influência nisso.
Conhecida como assassina silenciosa, a doença não apresenta sintomas e, por isso, muita gente passa anos sem ter conhecimento de que possui pressão sanguínea elevada. Quando não controlada, a pressão alta pode levar ao derrame, ataque cardíaco e falência nos rins.
A lista de precauções tomadas através da alimentação é extensa, mas as medidas são simples de serem tomadas. A mais famosa delas é ficar de olho na ingestão de sal. Isso porque o sódio presente no sal de cozinha favorece a retenção hídrica e, conseqüentemente, aumenta a pressão nos vasos sangüíneos. A recomendação do mineral é de 1,5 grama, o equivalente a 3,8 gramas de sal de cozinha. Boa alternativa
para diminuir o sal do cardápio diário é substituí-lo por ervas e outros tipos de temperos para preparar os alimentos. Não deixar o saleiro na mesa, durante as refeições, é mais uma tática para quem quer passar longe da hipertensão. Vale ler os rótulos alimentícios também, já que embutidos, enlatados, congelados, sopas em pó, glutamato monosódico apresentam quantidades altas de sódio. (Aprenda a avaliar as informações nutricionais dos rótulos alimentícios)
Além do exagero de sódio na alimentação, outro fator predisponente da pressão alta é uma dieta rica em gorduras. Portanto, atente para a participação das gorduras no seu prato. Elas não devem ultrapassar 30% das calorias totais do cardápio diário. Trocar o leite integral pelo desnatado, escolher iogurtes e outros derivados com baixos teores de gordura, reduzir o consumo de manteiga e margarina, optar pelas versões magras das carnes e substituir os modos de preparos de alimentos que levam muita gordura são medidas eficazes.
"Eu já fiz dietas algumas vezes, e percebi que o fator que mais me ajudou, além da minha disciplina, foi fazer da minha dieta o meu dia-a-dia. Eu nem lembrava que estava fazendo dieta, não ficava me pesando toda hora. O resultado foi bem melhor do que as outras tentativas. Emagreci sem sofrer. "
"As informações e sugestões contidas nesse site têm car´ter meramente
informativo, e não substituem o aconselhamento e o acompanhamento de médicos,
nutricionistas, psicólogos e profissionais de educação física".