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Acerte na escolha da babá para viajar em paz

Vá além das referências para descobrir se ela vai cuidar bem do seu bebê

Os meses de licença maternidade passam voando e a dura tarefa de deixar o pequeno em casa e partir para o trabalho acaba virando um martírio na vida das recentes mamães. Será que ele vai se acostumar sem minha presença? Quem vai cuidar dele? Como escolher a babá perfeita? São algumas das perguntas que aterrorizam a cabeça de muita gente.

Mas não adianta entrar em desespero. A saída é pensar em alguém que mereça sua confiança e que possa cuidar da criança com carinho e disciplina, garantindo que você consiga trabalhar com tranqüilidade. A pediatra Fátima Araújo tem boas dicas para ajudar você a sair desse sufoco.

1. Na hora de contratar uma babá, como fazer para não errar?
Antes de qualquer coisa, é essencial procurar referências da pessoa que vai cuidar da criança. Mas é importante ressaltar que essas referências não estão ligadas apenas à quantidade de crianças que a pessoas já cuidou, mas sim à personalidade da pessoa. Dicas de parentes e amigos são sempre bem-vindas.

2. Quais as características que devemos procurar em uma babá?
A melhor babá é aquela que é calma, tranqüila e conversa pouco. Vale lembrar também que a idade às vezes pesa, e são as babás mais velhas que geralmente possuem mais experiência. Mas o principal é sentir se a pessoa tem equilíbrio emocional, observando as reações dela numa longa conversa. Outra dica é analisar a educação e o respeito apresentados pela babá.

3. Existe alguma pergunta que não pode deixar de ser feita?
Claro, e não são poucas. Deve-se perguntar se ela tem experiência com crianças, se ela gosta de conviver com elas, se ela acredita que está preparada para esse trabalho e se ela conhece o grau de responsabilidade que envolve cuidar de um bebê. Além de perguntas pessoais, que podem ajudar a descobrir a verdadeira personalidade da pessoa.A mãe deve estar atenta a todas as respostas antes de optar em escolher quem irá cuidar do seu filho.

4. Analisar o "currículo" da nova babá é fundamental?
Sim, é importante saber se ela já cuidou de alguma criança, além de saber a opinião dos antigos patrões, porém não devemos esquecer que o mais importante é o perfil psicológico dessa babá. Afinal, mesmo sem nenhuma experiência profissional, é possível que ela cuide e se interesse por crianças, a ponto de cuidar muito bem de qualquer criança.

5. É importante acompanhar a babá nos primeiros dias?
O acompanhamento é fundamental não só nos primeiros dias, mas sempre. Mesmo que não seja tão de perto. O ideal é que, na primeira semana, a mãe esteja do lado da babá até para mostrar a rotina e o que precisa ser feito com a criança, além de conseguir uma melhor impressão do jeito que a pessoa leva com o bebê. Também é na primeira semana que tudo precisa ser esclarecido, desde a higiene intima até a alimentação adequada. Uma dica é não deixar de fazer elogios, agradecimentos e gestos de carinho à pessoa que irá cuidar da criança, já que assim ela vai se sentir bem e isso repercute no relacionamento com a criança. E não esqueça: nos primeiros meses, vale chegar um pouco mais cedo sem avisar ou tomar alguma atitude parecida, só não deixe que ela perceba, caso contrário pode se sentir magoada com a situação.

6. Qual deve ser o período de teste? Depois de quanto tempo a mãe pode se sentir tranqüila?
Eu acredito que se a mãe acompanhar de perto, duas semanas são suficientes para garantir tranqüilidade e entender se a pessoa é a certa para cuidar do seu filho. Mas tempo do que isso pode caracterizar uma preocupação excessiva.

7. Uma relação ruim entre a criança e a babá pode ocasionar problemas?
É importante frisar que uma babá precisa saber cuidar de criança com carinho e ensinar coisas boas, já que a criança, por passar grande parte do tempo com ela, acaba imitando o que vê. Então uma babá agressiva, por exemplo, pode resultar em uma criança igual. Por isso é necessário analisar todas as atitudes da criança. Outro aspecto que pede atenção é quando a criança se torna introvertida, ou seja, quieta e sem vontade de brincar e se divertir, comportamentos que prejudicam o desenvolvimento. Vale prestar atenção também na reação do filhote, afinal quando uma criança recusa uma babá é porque algo precisa ser esclarecido.

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