O uso da aspirina por pessoas que não apresentam histórico de doenças cardiovasculares, mas se enquadram em um grupo de risco, reduz o índice de infartos e derrames em aproximadamente 12%. Mas o medicamento pode aumentar o risco de hemorragia interna em cerca de 1/3 desta mesma população.
Segundo um estudo, que acompanhou 95 mil pessoas e acaba de ser publicado no jornal científico The Lancet, a ocorrência de sangramento é um dos efeitos colaterais da aspirina e, por isso, o efeito preventivo dela deve ser visto com cautela.
"Por mais que a prática seja interessante, principalmente para quem já sofreu infarto, ataque cardíaco ou é diabético, vale investigar se o paciente não tem alergia ao ácido acetilsalicílico, de que é composta a aspirina", enfatiza o cardiologista Otávio Gebara, diretor clínico do Hospital Santa Paula, em São Paulo.
Conheça os fatores de risco para cardiopatias
1. Pessoas da raça negra;
2. Diabéticos
3. Histórico familiar (pai e mãe) de cardiopatia;
4. Obesidade
5. Sedentarismo
6. Estresse
7. Hipertensão arterial
8. Taxas de colesterol e triglicérides altas
9. Ser fumante
Sintomas do infarto
Desconforto, pressão, peso ou dor no peito, braço ou abaixo do peito
Desconforto que se irradia para as costas, mandíbula, garganta ou braço Indigestão ou azia
Suador, náusea, vômito ou tontura
Fraqueza extrema, ansiedade ou falta de respiração
Batimentos cardíaco rápidos ou irregulares