Um estudo recente verificou que uma certa variante genética a quarta do gene apolipoproteína E (apoE) em pessoas na meia-idade aliada ao fato de morarem sozinhas aumentam as chances de desenvolver o Mal de Alzheimer.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Karolinska, na Finlândia, com dois mil participantes, homens e mulheres, analisando a presença ou não a variação do gene em conjunto com o estado conjugal dos participantes.
O estudo concluiu que pessoas que moram sozinhas durante a meia-idade possuem o dobro de chances de desenvolver Mal de Alzheimer quando comparadas com pessoas que vivem com um parceiro.
Os pesquisadores avaliaram que viver em um relacionamento pode implicar em estimular desafios cognitivos e sociais que têm um efeito de proteção contra a debilidade na velhice.