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Dormir pouco afeta mais as mulheres do que os homens

Durante o sono, surgem alterações que aumentam riscos de problemas cardíacos

Pesquisas já comprovaram que poucas horas de sono aumentam as chances de apresentar problemas cardíacos. A novidade é que esse risco é ainda maior para as mulheres que dormem pouco. Pesquisadores do University College e da Universidade de Warwick, de Londres, concluíram que os níveis dos marcadores inflamatórios, utilizados na identificação de doenças cardiovasculares, variam entre as mulheres no período de sono - o que não acontece com os homens.

A pesquisa foi baseada em dados de 4,6 mil funcionários públicos de Londres, com idades entre 35 e 55 anos. Foi diagnosticada uma alteração na molécula interleucina-6 (IL-6), conhecida por desencadear inflamações, nas participantes que dormiam menos de sete horas por noite. As mulheres que dormiam menos de cinco horas apresentaram maiores níveis da proteína C, molécula ligada a problemas cardíacos.

No entanto, Michelle Miller, pesquisadora da Universidade de Warwick, explica que mais pesquisas são necessárias para verificar a interferência que o sono provoca nas mulheres. "As diferenças nos níveis hormonais podem ser a chave para descobrir esse processo", completa a pesquisadora.

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