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Entenda por que a drenagem linfática é aliada de tratamentos para gordura localizada

Apesar de não quebrar a gordura diretamente, ela colabora para sua eliminação após outros procedimentos

Gordura não é um problema exclusivo de pessoas obesas ou em sobrepeso, a presença de gordura localizada é uma condição inteiramente visível até mesmo em indivíduos magros, principalmente em flancos, braços, abdômen e área interna da coxa.

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A partir deste princípio, as indústrias tecnológicas se entregaram a um grande desafio para ajudar a minimizar ou eliminar essa realidade, que para alguns é vista como um grande problema. Foram criadas várias técnicas e tecnologias, combinadas entre si ou não. Entre elas destacam-se o uso dos seguintes métodos não invasivos e sem tempo de recuperação: ultrassom estético de 3MHz combinado a corrente estereodinâmica, ultrassom focalizado de alta intensidade combinado ao ultrassom de multidrenagem, ultrassom com ondas de cisalhamento e a radiofrequência multipolar combinada ao pulso magnético. Porém, em todos esses processos, a drenagem linfática pode ser uma grande aliada. Para entender isso melhor, é preciso saber como cada um deles funciona.

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Cada técnica atua de uma forma diferente nas células de gordura. O ultrassom de 3MHz combinado a corrente estereodinâmica primeiro esvazia a célula de gordura (chamada de adipócito), mantendo a integridade da membrana celular. Depois promove ativação do sistema linfático, facilita a eliminação da gordura por ajudar na abertura dos capilares linfáticos, levando essa gordura para circular pelo corpo e ser excretada, trazendo bons resultados na diminuição de medidas.

O ultrassom focalizado de alta intensidade alcança o tecido subcutâneo (em torno de 10 milímetros de profundidade), permitindo que a membrana do adipócito seja rompida, agindo no contorno corporal, que é facilitado pela combinação com a tecnologia do ultrassom de multidrenagem, que reúne 18 transdutores responsáveis pela realização da drenagem dos resíduos desse processo para o sistema linfático.

As ondas do ultrassom com ondas de cisalhamento, quando dispersas, agem sobre a membrana do adipócito, rompendo-a por meio dos danos causados por essa dispersão. Neste caso, após a destruição do adipócito, a eliminação dos resíduos é natural e feita aos poucos (auxiliada pelo sistema linfático). Esse método trabalha com o modo quente, que acelera o metabolismo, devido ao calor, utilizando as ondas de compressão, responsáveis por pré-aquecer o tecido adiposo e elevar a eficácia das ondas de cisalhamento, e com o modo frio, que se prevalece de ondas de cisalhamento e foca nos adipócitos. Vale ressaltar que a quebra da célula de gordura neste processo é seletiva e por isso não causa danos a outros tecidos.

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Na radiofrequência multipolar combinada ao pulso magnético, o processo de quebra da célula de gordura se dá por danos térmicos. Na radiofrequência multipolar, o aumento de temperatura, ainda que controlado e gradual sobre a área a ser tratada, se dá porque há estímulo de reabsorção das células de gordura por meio de ondas da corrente elétrica alternada e de alta frequência. Por sua vez, o pulso magnético se apresenta como mecanismo não térmico, que gera estímulo e potencializa a proliferação de fibroblastos, o crescimento de novos pequenos vasos sanguíneos e a síntese de colágeno (proteína que dá firmeza à pele). Sendo assim, esse processo facilita a redução de circunferências (medidas) e a remodelação da área tratada. Como qualquer processo em que há rompimento celular, os resíduos são captados pelos capilares linfáticos.

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É visível que as tecnologias citadas contam com a captação da gordura liberada, que é feita pelos capilares linfáticos. Portanto, na medida em que a quebra acontece, mesmo que a eliminação dos resíduos seja natural, aos poucos ou que haja auxílio da drenagem mecânica, há uma grande demanda sobre o sistema linfático. Uma boa opção para auxiliá-lo é a drenagem linfática manual, técnica que tem como objetivo a melhora da absorção e o transporte de líquidos (resíduos) de uma área em congestão para áreas de menor sobrecarga dos linfáticos, facilitando a eliminação dos mesmos pelo organismo. Nesse caso, todas as técnicas relacionadas acima podem ser beneficiadas pela drenagem linfática manual aplicada após o procedimento.