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Diferentes tipos de radiofrequência combatem flacidez de pele

Veja como os estilos da técnica agem no contorno corporal e facial

A flacidez de pele acomete qualquer pessoa ao longo do processo de envelhecimento. São características comuns dessa fase: mudança de estrutura da derme e da epiderme (duas das três camadas da pele), fazendo com que a epiderme fique menor em espessura; diminuição do número de fibroblastos (que também ajudam na produção de colágeno) e, por sua vez, da quantidade de colágeno, fibras elásticas e reticulares; perda progressiva da microcirculação na derme, que interfere diretamente na queda de irrigação sanguínea para a pele. Para o tratamento desses problemas a radiofrequência apresenta-se como uma importante aliada no combate à flacidez.

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A radiofrequência age por meio do aquecimento e é um tratamento extremamente usado que, além de ser eficaz e seguro, pode ser indicado para outros casos. O aparelho de radiofrequência fornece calor superficial e também atua profundamente estimulando o colágeno, promovendo sustentação da pele por meio da contração de suas fibras e um possível remodelamento. Além disso, ele auxilia na produção de novas fibras após o procedimento. Neste caso, de forma única, a pele é aquecida de dentro para fora de modo controlado, sendo o aquecimento na superfície um reflexo do aquecimento na profundidade e com esta ação se dá o tratamento da flacidez.

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Vale lembrar que o fato e a forma de essa contração ocorrer facilita o efeito visual de contorno facial ou corporal. Este efeito pode ser visto principalmente na região do arco inferior da mandíbula, abdômen (área da cintura), glúteo e coxas. A contração das fibras de colágeno em relação ao contorno age como uma suspensão de toda a pele da área trabalhada, gerando maior firmeza e amenização de rugas finas.

Multipolar

Com os avanços da indústria, algumas tecnologias de radiofrequência foram combinadas a outras tecnologias, aperfeiçoando o tratamento da flacidez. Na radiofrequência multipolar ela é combinada ao pulso magnético, o aquecimento - que pode chegar a aproximadamente 42°C na superfície da pele em tratamento corporal e 39°C na facial - atua na epiderme (camada mais superficial da pele) e nas camadas mais profundas da pele (derme e hipoderme). As consequências desse aquecimento, cuja duração varia de acordo com a região a ser tratada, são: estímulo à contração do colágeno, produção de novas fibras de colágeno e de elastina (proteína que dá elasticidade à pele) e formação de novos vasos sanguíneos.

Esse tipo de radiofrequência possui ponteiras facial e corporal e, por ser multipolar, pode atuar de forma rápida e homogênea sobre o tecido. A flacidez será tratada tanto por meio da contração quanto da produção de novas fibras colágenas. Neste caso, o contorno facial ou corporal pode ser observado. Na face é possível vê-lo ao final da primeira sessão. Vale lembrar que podem ser propostas oito sessões para a obtenção de resultado considerável, sendo uma por semana. Pele com coloração avermelhada e calor local são fatores normais durante o procedimento.

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Unipolar

Outra opção para tratamento da flacidez é a radiofrequência unipolar. Ela promove o mesmo princípio de aquecimento e o mesmo efeito sobre a flacidez corporal, mas é importante ressaltar que a ponteira possui uma superfície de contato menor que a multipolar e que o tempo para aquecer o tecido é um pouco maior. A temperatura da área trabalhada superficialmente pode manter a 42°C durante o procedimento. Os intervalos entre as sessões podem ser semanais ou quinzenais, dependendo do caso.

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Tripolar

A radiofrequência tripolar também é uma aliada tanto do contorno corporal e facial quanto do tratamento da flacidez cutânea por atingir epiderme e derme. O tempo necessário para promover o aquecimento é menor que na radiofrequência unipolar e é possível atingir área e temperatura maior numa sessão. O ideal é que o procedimento seja realizado semanalmente.