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Cirurgias modeladoras ajudam a definir as curvas do corpo

Saiba tudo sobre o tempo de recuperação e as diferentes opções de intervenção

Por Minha Vida - atualizado em 27/02/2012


Nem sempre a rotina de exercícios e uma dieta balanceada são suficientes para modelar o seu corpo da forma como você deseja. Para muita gente, o jeito é recorrer às plásticas. De acordo com o cirurgião plástico Fausto Bermeo, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, os consultórios costumam ficar lotados principalmente no verão, mas a procura por tratamentos e procedimentos estéticos é alta mesmo nas outras estações.

No topo da lista, métodos para afinar e modelar o corpo aparecem entre os mais requisitados. O que nem todo mundo sabe é que dependendo da maneira como a intervenção for feita é possível encurtar o tempo de recuperação e sair da cama em menos de um mês. Veja a seguir uma série de operações que vão dar aquele arremate e deixar seu corpo tinindo em, no máximo, um mês e meio.

Silicone com cicatriz mascarada

Aumentar os seios é comum entre as brasileiras e não é raro encontrar quem já tenha passado por mais de uma cirurgia em favor de um decote mais generoso. A colocação da prótese de silicone a partir da aréola do seio é o método que tem a recuperação mais rápida, diz o médico. Em cinco dias, segundo ele, já é possível voltar ao trabalho. Mais 15 e a rotina normal é retomada sem qualquer restrição. Para tomar sol, no entanto, é preciso esperar a cicatriz fechar completamente.

A lipoescultura é recomendada para quem está dentro do peso, mas precisa redistribuir a gordura

Quem tem pressa, deve fazer sessões de drenagem linfática uma semana após a cirurgia, recomenda o especialista. As massagens reduzem o inchaço mais rapidamente. Outras opções de corte são nas axilas (deixando a marquinha à mostra nas levantadas de braço) ou sob as mamas (pouco indicado para quem ainda tem os seios firmes, pois a marca corre o risco de ser exposta mesmo com sutiã ou biquíni). Já a cicatriz na aréola é bem discreta e fica mimetizada no mamilo, mas pode impedir um topless nas mais perfeccionistas.

Lipoescultura refaz contornos

Quem sofre com a gordura localizada e não sabe mais o que fazer para dar fim às dobrinhas extras conta com a lipoescultura para finalmente encontrar a paz com o espelho e o guarda-roupas. Esta cirurgia é recomendada para quem está dentro do peso, mas precisa redistribuir a gordura, explica o doutor Fausto. Ou seja, além de tirar o que está sobrando, o procedimento permite uma calibrada nas regiões menos avantajadas. Podemos tirar gordura do abdômen e colocar no bumbum, exemplifica o médico.

A missão por trás das lipoesculturas é uma só: equilibrar as proporções, mexendo principalmente no abdômen, nos culotes e na região torácica. Com 24 horas de repouso total você já está recuperado. Em três semanas, já é possível voltar à rotina e, em no máximo um mês, encarar o sol. Na verdade, é preciso evitar os raios solares até o inchaço e os hematomas sumirem, sob o risco de escurecer as manchas. Pode ser que isso aconteça em uma semana, diz o cirurgião.

Miniabdômen contra flacidez

O excesso de pele incomoda e muito. Contra ele, os médicos realizam uma cirurgia que acaba com a flacidez no baixo abdômen. Esse procedimento costuma ser uma espécie de segunda etapa da lipoescultura abdominal, explica Fausto Bermeo. As cicatrizes são pequenas e a recuperação total acontece após um mês.

Aparelhos substituem cirurgia

Reduzir suas medidas com a rapidez e a eficiência de uma cirurgia, mas sem perder nem uma gotinha de sangue, é possível com a ajuda de dois aparelhos: o Ultrashape e o Ultracontour. Eles agem contra a gordura localizada e chegam a diminuir mais de dois centímetros em uma só sessão, explica o dermatologista Gilvan Alves, professor da Universidade do Planalto Central.

Os tratamentos realizam, ao mesmo tempo, a queima de gordura e a drenagem linfática. As ondas de ultrassom dissolvem a gordura que segue pela corrente sanguínea até o fígado, no qual é metabolizada e eliminada pelo organismo, explica o médico.

A diferença entre eles fica por conta da profundidade das ondas emitidas e do preço: uma raja de Ultrashape consegue penetrar mais profundamente na pele e custa cerca de R$ 1.500. Já uma sessão de Ultracontour sai por aproximadamente R$ 500. Recomenda-se combinar os dois. No início do tratamento, aplica-se as ondas maiores e, do meio em diante, o Ultracontour entra em cena.


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