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Entenda por que dieta restritivas podem causar queda de cabelo

Privação de alguns nutrientes pode impedir o cabelo de crescer como deveria

Muito se fala sobre a relação entre a dieta, principalmente as mais restritivas, e queda de cabelo e até entre dermatologistas o assunto é controverso. Será que o que comemos influencia na saúde dos nossos cabelos?

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E a resposta é sim, claro. Já existem muitos estudos que corroboram essa afirmação: uma dieta com redução na ingestão de proteínas e/ou calorias tem impacto negativo sobre a saúde dos cabelos. Pessoas com restrições alimentares ou que possuem deficiência de minerais, ácidos graxos essenciais e/ou vitaminas podem desenvolver alterações da estrutura dos fios, com mudança de coloração e brilho dos cabelos, assim como queda de cabelo.

A importância da dieta para os cabelos

É importante entender que os cabelos precisam de substrato para crescer, pois dependem de células com metabolismo muito elevado, ou seja: que se dividem sempre e muito! Portanto, requerem energia e um bom suprimento de nutrientes. A deficiência nutricional entre aqueles que fazem dieta sem supervisão é altíssima e a chance de ter problemas como a queda de cabelo aumenta quando a restrição é acentuada ou após procedimentos médicos, como a cirurgia bariátrica em obesos mórbidos.

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Veja a seguir o papel de alguns nutrientes neste processo:

Ferro: Na literatura médica, a falta de ferro está relacionada desde sempre à queda de cabelos, mas não necessariamente está presente sempre que os cabelos caem. Ou seja, ele é um nutriente importante em todo este processo mas nem todo mundo com queda de cabelos irá se beneficiar da suplementação de ferro: é preciso fazer exames de sangue para determinar se isso está ou não acontecendo e, só então, o médico irá decidir a melhor forma de fazer este tratamento.

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Zinco, cobre e selênio: Estes são outros minerais que contribuem para a saúde dos cabelos e sua deficiência pode prejudicar seu crescimento e até provocar queda, falta de brilho e descoloração. São antioxidantes e, portanto, protegem o nosso organismo contra os radicais livres que surgem diante da exposição ao sol, tabagismo e envelhecimento. Os radicais livres estão associados à diminuição da quantidade e da qualidade dos fios de cabelo. Além disso, o selênio e o cobre desempenham um papel fundamental na produção e na estabilização de queratina, a proteína que forma a pele, unhas e cabelos.

Ômega 3: Os ácidos graxos insaturados de cadeia longa, dentre eles o famoso ômega 3, também parecem estar associados ao bom funcionamento dos folículos. Crianças que foram submetidas à dieta parenteral sem suprimento dessas gorduras tiveram perda de cabelo e despigmentação. Essas gorduras são fundamentais para o equilíbrio das membranas das células e também para formação da barreira cutânea.

Aminoácidos: Substâncias como a cisteína e a metionina são ricos em enxofre e participam do metabolismo do ferro, tornando-o mais disponível para a produção de queratina. São, portanto, fundamentais na síntese dessa proteína.

Vitaminas: Vitamina A, vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E e vitamina D também são importantes para a metabolismo. O complexo B é fundamental na síntese proteica e no metabolismo energético. As vitaminas C e E são antioxidantes potentes e já vimos que os radicais livres podem afetar e comprometer a saúde dos cabelos.

Qual a melhor dieta para os cabelos?

Diante de tudo o que foi dito, qual seria a alimentação ideal para não ter problemas com os cabelos? É importante que cerca de 60% da sua alimentação seja composta por vegetais crus, como alface, rúcula, acelga, espinafre, couve flor, cenoura, frutas in natura etc. Eles são ricos em antioxidantes naturais, como a vitamina C, vitamina E, caroteno, licopeno e outros. Além disso, são boas fontes de zinco, selênio e cobre.

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As proteínas não podem ser esquecidas e, geralmente, as fontes animais são superiores, além de serem boas fontes de ferro. Caso tenha alguma restrição alimentar, o ideal é procurar um profissional que possa orientá-lo sobre fontes alternativas e/ou suplementação.