Peeling enzimático: prós e contras do tratamento que clareia e renova a pele

O peeling é feito com enzimas naturais que atuam na camada mais superficial da pele

O que é peeling enzimático

O peeling enzimático nada mais é que um peeling no qual se usam ativos de base natural, no caso enzimas biológicas, que possuem efeito positivo sobre a camada mais externa da pele (camada córnea), reduzindo sua espessura, melhorando a textura e promovendo a renovação celular. As enzimas mais usadas são a bromelina (do abacaxi), papaína (do mamão) ou a que resulta da fermentação de lactobacilos. As enzimas da romã e abóbora também podem ser utilizadas.

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Outros nomes

Peeling biológico

Indicações do peeling enzimático

O peeling enzimático pode ser realizado em qualquer parte do corpo e do rosto que necessite de melhora de textura, renovação celular, clareamento, hidratação, entre outros, mediante avaliação de profissional competente. Pode ser utilizado, inclusive, em peles sensíveis, a fim de potencializar tratamentos clareadores, auxiliar no rejuvenescimento e uniformizar a pele, sendo interessante também em peles que necessitem de iluminação, brilho, maciez e melhora de textura.


Como é feito o peeling enzimático

Entre vários veículos de contato e formas de aplicação, o protocolo básico aponta inicialmente para uma perfeita higienização da pele com espuma ou sabonete específico e em seguida aplicação do peeling, que será massageado até completa absorção (entre dois e três minutos) e removido em seguida. Ou ainda pode ser colocado sobre a pele (cada fabricante propõe seu protocolo) e retirado a partir de três a cinco minutos depois com movimentos firmes com as pontas dos dedos e depois com gaze umedecida em soro ou água. Aplica-se o filtro solar. Alguns produtos podem utilizar máscaras de peelings enzimáticos, neste caso, é importante que a máscara seja deixada em descanso e removida com gaze umedecida em soro ou água a partir de 20 minutos após, na maioria dos casos. Ao final, aplica-se o filtro solar.

As enzimas mais usadas são a bromelina (abacaxi), papaína (mamão) ou a que resulta da fermentação de lactobacilos. As enzimas da romã e abóbora também podem ser utilizadas. Atuam reduzindo a espessura da camada mais externa da pele (onde a queratina está presente), sendo assim, produzem iluminação, brilho, maciez e melhora de textura da pele, bem como uniformização, hidratação e clareamento.

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Sessões

É importante ressaltar que o protocolo pode ser semanal, quinzenal ou até mensal, de acordo com o objetivo do tratamento e o tipo de pele a ser tratada. As sessões podem durar em média 30 minutos, isso porque muitas vezes o protocolo de tratamento é composto pela combinação de outras técnicas atreladas ao objetivo (clareamento, hidratação...). Podem ser estipuladas entre cinco e dez sessões, que podem ser aumentadas. É importante que os cuidados em casa sejam reais e com produtos e práticas orientadas pelo profissional capacitado, para que some ao tratamento e o efeito seja reforçado.

Profissionais que podem fazer o peeling enzimático

Os profissionais de estética, fisioterapia ou medicina devidamente capacitados para tal.

Cuidados antes do peeling enzimático

É importante verificar se a área a ser trabalhada não apresenta lesão e se o paciente não apresenta alergia a algum componente da fórmula. Além disso, é importante que a pele esteja higienizada.

Cuidados após o peeling enzimático

No pós-tratamento é importante o uso de filtro solar em caso de tratamento facial específico e a realização de manutenção previamente proposta pelo profissional.

Contraindicações

Em geral, ao indivíduo que apresenta sensibilidade a algum componente da fórmula do produto está contraindicada a realização do procedimento, bem como a aplicação sobre área com lesão. É importante ressaltar que não é interessante a realização em pacientes em uso contínuo de ácidos (com pele extremamente sensibilizada por agente externo) ou em pós-laser imediato.

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Grávida pode fazer?

Não há contraindicações para grávidas fazerem esse tratamento.

Possíveis complicações do peeling enzimático

Os riscos e complicações são baixos, pois a base é natural, mas é importante observar sempre se o paciente refere ardência ou incômodo, pois não é uma reação normal ao procedimento.

Antes e depois do peeling enzimático

Iluminação, brilho, maciez e melhora de textura da pele, bem como uniformização, hidratação e clareamento podem ser percebidos após o procedimento, mas potencializados no decorrer das próximas sessões, mediante a proposta de tratamento.

Peeling - you

Fonte
Fisioterapeuta Taynara Lima, fisioterapeuta dermatofuncional da Slim Clinique no Rio de Janeiro

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