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Subcisão: entenda como é feita essa cirurgia para celulite avançada e cicatrizes

A técnica só é capaz de resolver alguns tipos de marcas no relevo na pele que são causadas pela presença de septos fibrosos

O que é subcisão

É uma técnica cirúrgica feita em consultório e utilizada para corrigir alterações do relevo da pele, como cicatrizes de acne, rugas localizadas profundas, celulite de grau avançado e cicatrizes deprimidas, ou seja, que formam uma depressão na pele. Ela faz isso rompendo os septos fibrosos, divisões fibrosas entre os compartimentos de gordura, que puxam a superfície da pele para baixo.

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A técnica foi descrita em 1995 como uma alternativa cirúrgica para a correção de rugas e cicatrizes deprimidas da face. Posteriomente, em 1997, começou-se a tratar celulite de grau avançado e sequelas de lipoaspiração.

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Outros nomes

Cirurgia subcutânea sem incisão, subcision

Quem é o profissional habilitado para fazer a subcisão?

A técnica pode ser feita por dermatologistas e cirurgiões plásticos.

Indicações da subcisão

A subcisão está indicada no tratamento de sulcos da face, rugas, celulite e outras alterações do relevo cutâneo que aparecem após a lipoaspiração, nas cicatrizes deprimidas, cicatrizes da acne, nas áreas doadoras de gordura para enxertos, em áreas pós- traumáticas ou em doenças inflamatórias subcutâneas. No entanto, tudo depende do tipo de problema. Celulites de grau leve ou moderado, por exemplo, não se beneficiarão da técnica. Da mesma forma, cicatrizes de acne são classificadas em diversos subtipos e somente alguns deles teriam indicação.

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Tratamentos para celulite

Contraindicações da subcisão

As contraindicações para este procedimento são as não indicações corretas, bem como problemas de coagulação, doenças sistêmicas descontroladas (como a diabetes), infecção local ativa, uso de remédios anticoagulantes ou fotossensibilizantes, gestantes, dentre outras.

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Pré-requisitos para fazer a subcisão

O principal pré-requisito pra a subcisão é ter alterações no relevo da pele causadas por septos fibrosos. Além disso, antes do procedimento é preciso realizar uma avaliação clínica do paciente e exames laboratoriais, quedetectarão as condições que poderão comprometer a cirurgia ou a saúde do paciente. É importante a investigação de distúrbios da coagulação, história de tabagismo, fatores nutricionais, infecção ativa no local, uso de medicamentos e reações adversas ao uso destes, presença de cicatrizes atróficas e história de cicatrizes hipertróficas ou queloides. A subcisão somente é feita na pele íntegra, sem ferimentos ou infecções.

Como é feita a subcisão

É uma técnica cirúrgica, onde é introduzida uma agulha bisturizada sob a pele por meio de pequenas incisões. Elas são introduzidas e manipuladas em movimentos de vai e vem ou circulares, rompendo o tecido fibroso (muitas vezes é possível escutar o rompimento dos septos) e seccionando vasos sanguíneos, presentes junto aos septos, resultando na formação de hematomas. Esses hematomas estimulam a formação de um novo tecido conjuntivo, que vai atuar preenchendo o local tratado e redistribuindo a gordura, as forças de tração e tensão.

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O uso de anestesia depende, principalmente, da dimensão do local a ser tratado. Pode-se utilizar anestesia local para pequenas regiões e peridural ou geral, para pacientes que demandem tratamento numa área mais extensa, porém, só quando é feita em ambiente hospitalar.

Tempo médio do procedimento

Em geral, a subcisão dura entre 30 e 60 minutos, dependendo da extensão da área a ser tratada.

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Pós-operatório da subcisão

Em geral, em sete dias o paciente pode retornar ao trabalho, mas é preciso que fique duas semanas sem praticar atividades físicas e pode ser necessário passar um mês usando meias ou cintas compressivas. Em geral esse procedimento deixa inchaço e hematomas. Por causa das marcas roxas, é preciso proteger a área de exposição solar, seja com uso de protetor adequado ou mesmo cobrindo a região, até que as manchas sumam, o que em geral demora de duas a três semanas. Pode ser orientado o uso de cremes tópicos por até 60 dias.

Possíveis complicações da subcisão

Mesmo sendo um procedimento simples e pouco invasivo, a subcisão pode sim causar algumas complicações. Por isso é importante que ela seja feita com a indicação e avaliação corretas. Entre as complicações, podem ocorrer inchaço, pigmentação da pele (pela exposição dos hematomas) e formação de cicatrizes hipertróficas ou queloides.

Antes e depois da subcisão

Por se tratar de um procedimento cirúrgico, não há resultados imediatos, pois o organismo precisa se reestruturar após a intervenção. A melhora aparece após o período de recuperação e varia conforme a qualidade da pele e da sua capacidade de retração, além do tamanho, profundidade e localização do defeito. Em geral, pode ser observada em três meses. O esperado é que depressões da pele causadas por septos fibrosos sejam amenizadas ou mesmo resolvidas, até porque a técnica estimula produção de colágeno e elastina. Algumas vezes, mais de uma sessão pode ser necessária, podendo ser indicadas de três a seis sessões com intervalos de um ou dois meses.

Fontes

Cirurgião plástico e cosmiatra Márcio Castan (CRM-RS 27.261), membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)

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Cirurgião plástico Eduardo Sucupira (CRM-RJ 583.603), membro titular da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Cirurgião Plástico Marcelo Aniceto, especialista em Cirurgia Plástica Estética e Reparadora e Microcirurgia e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Dermatologista Abdo Salomão Junior (CRM-SP 91.536), membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Dermatologista Alessandra Drummond (CRM: 5289443-5), membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Dermatologista Helena Costa (CRM-RJ 5281778-3), membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia

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