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Saiba por que estar apaixonado pode fazer bem à autoestima

Paixão traz calma, energia, motivação e a sensação de otimismo

Por Minha Vida - publicado em 21/03/2011


Inspiração de músicas de vários ritmos, gás para o roteiro de grandes produções cinematográficas e forte como um tornado para deixar nossa vida de cabeça para baixo. O sentimento da paixão é suficiente para turbinar qualquer vida morna e ocupar a mente de qualquer mortal. O que poucos sabem é que, quando nosso coração bate mais forte do que de costume, nosso corpo agradece as doses de substâncias que trazem benefícios desde o fio de cabelo até até o dedão do pé. Especialistas garantem que a paixão ajuda no bom funcionamento do corpo.

"Diferentes pesquisas mostram que a paixão libera endorfinas, substâncias produzidas pelo cérebro que acionam e estimulam o circuito neuronal do prazer, estimulando o corpo como um todo. Assim, a pele fica mais bonita, a pessoa tem mais vontade de se cuidar, o mundo passa a ater um significado positivo e as situações felizes são mais valorizadas. A paixão traz felicidade e as pesquisas também apontam que ser feliz torna a saúde melhor", diz a doutora em psicologia social Maria Izabel Calil Stamato. 

Saiba por que estar apaixonado pode fazer bem à autoestima

No cérebro, a região que rege os nossos sentimentos primitivos, como raiva, alegria e tristeza, recebe mais sangue e os neurotransmissores apresentam atividade mais intensa quando o indivíduo pensa na pessoa por quem está apaixonada e amando.

A paixão traz consigo a calma, tranquilidade, energia, motivação e a sensação de otimismo. Ao longo do envolvimento amoroso, a pessoa também procura cuidar mais de si mesma, desde fazer exercícios, passando pela preocupação com a frequência às visitas ao médico e aos cuidados com a saúde e chegando até a vontade mudar o visual. Uma maneira importante para fortalecer a paixão é o sexo. A combinação de ambos contribui para uma aproximação maior do casal. Além de queimar calorias e fazer bem à saúde, estimula a autoestima de ambos. 

Da paixão ao amor
O ser humano passa por um processo delicado durante o relacionamento afetivo. Após alguns meses de paixão, outras regiões do cérebro são estimuladas e um sentimento mais duradouro entra de vez em cena: o amor. Ele é considerado a ligação mais sólida e densa - o que estimula substâncias diferentes no corpo, como a ocitocina nas mulheres e vasopressina nos homens. É o momento que, enfim, encontramos aquele modelo de ser humano que criamos ao longo de nossa vida, segundo diz Maria Izabel. 


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