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Cigarros eletrônicos podem ser usados sem riscos por até 2 anos

Além de ajudar mais de 18 mil britânicos a pararem de fumar, os cigarros eletrônicos não causam sérios efeitos colaterais

De acordo com estudos publicados na revista British Medical Journal (BMJ), os cigarros eletrônicos podem ter ajudado cerca de 18 mil pessoas na Inglaterra a parar de fumar em 2015. Além disso, não existem evidências de nenhum efeito colateral associado ao seu uso por até dois anos.

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Pesquisadores da Universidade College London (UCL) e do Cancer Research UK, ambos na Inglaterra, verificaram dados sobre fumantes e ex-fumantes, incluindo pessoas que estabeleciam uma data para deixar o hábito. Os resultados mostram que o seu uso teve grande taxa de sucesso em ajudar fumantes a abandonarem o vício.

Os autores do estudo ressaltaram que quando uma pessoas de 40 anos para de fumar, ela poderá viver nove anos a mais do que alguém que fumou a vida toda.

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Em outra análise, pesquisadores da Cochrane Review, um grupo de apoio a fumantes, constataram que o uso de cigarros eletrônicos pode não só ajudar pessoas a pararem de fumar como também não causam sérios efeitos colaterais. Os pesquisadores analisaram mais de 24 estudos já disponíveis sobre o assunto para chegar a essa conclusão.

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O cigarro eletrônico é um dispositivo que converte em vapor a nicotina diluída em líquidos específicos (como o propilenoglicol, por exemplo). A nicotina é a substância responsável pelo vício causado pelo cigarro, por isso mesmo o cigarro eletrônico vem sendo largamente vendido como uma forma de deixar essa dependência para trás, apesar de especialistas discordarem dessa afirmação e não considerarem o cigarro eletrônico como uma técnica para parar de fumar.

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A Public Health England, departamento de saúde ligado do governo britânico, acredita que os cigarros eletrônicos são 95% mais seguros do que os cigarros comuns. Entretanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não permite a comercialização de cigarros eletrônicos no Brasil.