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Sexo frequente é segredo para relação duradoura, diz estudo

Cientistas descobrem que ter mais relações sexuais pode levar a maior afeto, respeito e diálogo a dois

Um estudo que analisou a vida sexual de casais descobriu que gastar mais tempo entre quatro paredes pode levar a um relacionamento mais saudável a longo prazo. De acordo com os pesquisadores, casais que fazem sexo com mais frequência tinham mais afeição no dia a dia, física e verbalmente.

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O trabalho foi conduzido pela Universidade de York, na Inglaterra, Universidade de Lausanne e da Universidade de Fribourg, ambas na Suíça. "Em um relacionamento íntimo, o afeto é a cola que mantém tudo junto. É saudável e essencial ser afetuoso", conta o terapeuta sexual Roger Libby, autor do estudo.

Entre as demonstrações de afeto observadas pelos casais que faziam mais sexo, estavam o contato visual persistente, as mãos dadas e os beijos roubados na bochecha. E, se a relação degringolou, os especialistas afirmam que a intimidade sexual é capaz de promover a reconexão do casal, ajudando a voltar ao romance do início.

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Foi apontado também que os casais que são mais íntimos têm menos argumentos e estão dispostos a apoiar uns aos outros, mesmo quando discordam. Eles têm mais amor incondicional, o que fortalece a relação quando decidem ter filhos. Mais sexo leva diretamente a mais carinho por causa da proximidade que os dois compartilham no ato.

Além disso, os casais que receberam afeição de seu parceiro, tinham níveis mais elevados de bem-estar. A conclusão do estudo foi de que não fazer sexo realmente pode afetar uma pessoa. "Os homens costumam dizer que isso perturba o dia de trabalho, sabendo que voltarão para casa e serão rejeitados. Para as mulheres, isso pode prejudicar sua autoestima. Quando essa questão de sexo é resolvida, é eliminada essa dor da rejeição", finaliza a terapeuta Jacqueline Mendez, participante do estudo.

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