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Pesquisa mostra quais características influenciam na escolha amorosa

Estou levou em conta características físicas e psicológicas

Uma pesquisa realizada pela antropóloga Jaroslava Varella Valentova, do Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da USP descobriu que os aspectos físicos influenciam na escolha amorosa de casais heterossexuais e homossexuais.

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De acordo com ela, o estudo teve como objetivo investigar as preferências ideais, mas também as escolhas reais para traços físicos e psicológicos, entre pessoas héteros e não-héteros, de brasileiros e tchecos.

A pesquisa contou com a participação de 1709 pessoas, que tinham entre 18 e 50 anos, dos quais 379 eram homens heterossexuais, 311 não heterossexuais, 853 mulheres heterossexuais e 166 não heterossexuais.

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Altura

Segundo o estudo, pessoas héteros buscam parceiros afetivos com estaturas diferentes. Já os homossexuais, preferem parceiros mais ou menos da mesma altura.

Mesmo com a diferença de altura uma semelhança foi encontrada entre os grupos: a de que as pessoas que preferiram ser as mais altas na relação, também preferiram ser a mais dominante.

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Barba

Como no Brasil é muito comum encontrar pessoas usando barba houve uma maior preferência por esse traço de característica. No caso de homossexuais, houve uma tendência a escolher parceiros com barbas e pelos corporais similares aos deles próprios. Já as mulheres heterossexuais brasileiras optaram pelas barbas medianas.

Um dos motivos que indica a grande preferência pelas barbas se dá porque sem barba o homem tende a ser associado à imaturidade. Da mesma forma nenhum dos grupos optou por barbas grossas, pois, de acordo com a pesquisadora, esse traço estaria associado à agressividade.

Aspectos psicológicos

Em relação aos aspectos emocionais, os participantes disseram se sentir atraídos por pessoas que apresentem características como, extroversão, amabilidade, abertura para novas experiências, honestidade e estabilidade emocional.

O estudo aponta também que os participantes se sentiam mais atraídos por pessoas sociáveis e que as mulheres heterossexuais eram mais exigentes, seguidas por mulheres e homens homossexuais e, por último, homens heterossexuais.

Ainda que houvessem diferenças nas preferências entre os participantes, foi encontrada uma semelhança: os parceiros atuais eram diferentes do que os participantes consideravam ideais.

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De acordo com a pesquisadora, os parceiros atuais não alcançaram os padrões ideais em nenhum dos grupos. Essa diferença mostrou-se mais acentuada entre o público homossexual. Ela afirma que o motivo é por esse público ainda ser minoria na população, o que pode tornar mais difícil encontrar parceiros com o nível de similaridade desejada.

As informações foram retiradas da página do Jornal da USP