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Consumo de vitaminas reduz risco de complicações no parto

Probabilidade de nascimento prematuro, por exemplo, cai em até 16%

Por Minha Vida - publicado em 23/08/2011


Um estudo que será publicado na edição de setembro do American Journal of Clinical Nutrition revelou que mulheres que tomam multivitamínicos durante a gestação têm menos chances de gerar um bebê prematuro, abaixo do peso e com defeitos no tubo neural. A análise foi liderada por um cientista da University of Pittsburgh, nos Estados Unidos.

A pesquisa contou com a colaboração de 36 mil mulheres dinamarquesas que faziam parte do registro nacional de nascimentos. Todas foram questionadas sobre o uso de multivitamínicos nas semanas anteriores à concepção. Cerca de 60% delas declararam fazer uso do composto. Em seguida, foram observados os fatores de risco que envolviam a gestação, como tabagismo, idade e obesidade.

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Os resultados apontaram que mulheres dentro do seu peso ideal - e até um pouco abaixo dele - que tomaram multivitamínicos durante as semanas que antecederam a concepção apresentaram um risco 16% menor de ter complicações no parto e com o bebê do que aquelas que não tomavam o composto.

Segundo os pesquisadores, fica clara a evidência dos benefícios do consumo de suplementos vitamínicos em um período próximo à concepção, especialmente as do complexo B, como o ácido fólico, encontrado no espinafre e no brócolis.

Excesso de peso na gravidez aumenta chances de ter bebê obeso
Segundo um estudo apresentado na 93ª Reunião Anual da Sociedade de Endocrinologia, em Boston (EUA), mulheres que ganham muito peso durante a gestação tendem a ter recém-nascidos com quantidade de gordura corporal elevada, aumentando as chances de obesidade na infância. A pesquisa revela ainda que a probabilidade independe do peso da mãe antes da gravidez.

O estudo foi baseado no acompanhamento de 56 mães, sendo que 31 delas haviam ganhado peso regular durante a gestação e 25, peso excessivo. Segundo o Instituto de Medicina dos Estados Unidos, o normal é que a gestante de um único filho ganhe de 11 a 15 quilos; gestantes com sobrepeso, 7 a 11 e obesas, 5 a 9 quilos.

De acordo com os resultados da pesquisa, mulheres obesas antes da gravidez apresentaram 70% de chance de exceder o ganho de peso durante a gestação. Já as saudáveis, apresentaram 31%. Entretanto, independente do peso pré-gravidez, todas as que excederam o ganho recomendado tiveram bebês acima do peso ideal.

Embora a relação entre o alto teor de gordura já no nascimento e a obesidade infantil já tivesse sido realizada, os estudos mostravam falhas na análise. Nem todos levavam em conta que outros problemas durante gestação, como o diabetes, também eram responsáveis pelo excessivo ganho de peso da mãe. Além disso, os métodos de análise da gordura corporal nos bebês também eram imprecisos.


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