Conte com a pirâmide para a boa alimentação do seu filhote

Acerte na qualidade e na quantidade certa de cada cardápio

Por Minha Vida - publicado em 21/03/2007


A pirâmide alimentar é um desenho famoso, que certamente você já viu por aí. Ela foi desenvolvida por médicos e nutricionistas norte-americanos em 1992 e, desde então, foi adotada por profissionais de saúde e governos em todo o mundo como o modelo mais correto de alimentação saudável, variada e equilibrada.

Nela, vemos os grupos de alimentos, como cereais, verduras e legumes, frutas, carnes e ovos, leite e derivados, feijões e leguminosas, óleos e gorduras, doces e açúcares. E, pela organização em forma de pirâmide, enxergamos quais alimentos devem estar em que quantidade na dieta diária.

Os cereais, por exemplo, fornecem carboidratos, que são o combustível do organismo, aparecem na base, em maior quantidade. Já os açúcares, que têm baixo valor nutricional, aparecem na ponta, porque devem ter o consumo bem restrito.

Usada geralmente como modelo para a reeducação alimentar, a pirâmide alimentar também tem uma versão para bebês e crianças, que é esta que você vê na figura.

Acompanhe o desenho e descubra o que seu bebê deve comer a cada dia para garantir todos os nutrientes de que precisa. Depois, é só distribuir essas quantidades ao longo do cardápio e sorrir aliviada, na certeza de ter um filho muito bem alimentado.

Nível 1
Grupo 1 cereais, pães e tubérculos (de 3 a 5 porções)

Nível 2
Grupo 2 verduras e legumes ( 3 porções)
Grupo 3 frutas (de 3 a 4 porções)

Nível 3
Grupo 4 leites, queijos e iogurtes (3 porções)
Grupo 5 carnes e ovos (2 porções)
Grupo 6 feijões (1 porção)

Nível 4
Grupo 7 óleos e gorduras (2 porções)
Grupo 8 açúcares e doces (1 porção)

Fonte pirâmide: Ministério da Saúde.
Secretaria de Política de Saúde.
Organização Panamericana da Saúde.
Guia alimentar para crianças menores de dois anos.
Brasília. Ministério da Saúde, 2006.



Fonte pirâmide: Ministério da Saúde. Secretaria de Política de Saúde. Organização Pan Americana da Saúde. Guia alimentar para crianças menores de dois anos. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

       

Até agora, qual a sua maior dificuldade nos cuidados com
bebê? Por quê?




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