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Homens ficam menos agressivos quando casam

Sexo masculino fica mais sociável com união estável

Homens casados têm comportamentos menos agressivos e até mesmo ilegais do que os solteiros, diz um estudo feito pelaMichigan State University, nos Estados Unidos. De acordo com a pesquisa, a maior socialização do sexo masculino após o casamento foi considerado como um dos principais motivos da diminuição dos casos de homens que se envolveram em brigas, acidentes automotivos e casos de prisão, após o casamento.

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Os homens menos antisociais estão mais propensos a se casarem. Somado a isso, depois do casamento, o comportamento masculino muda, e eles passam a conviver ainda melhor com as pessoas, se mantendo dentro de um perfil mais social. Esse comportamento também variava de acordo com a qualidade do casamento.

O estudo foi o primeiro a investigar os efeitos do casamento no comportamento antisocial, usando dados genéticos. Os pesquisadores examinaram 289 pares de gêmeos masculinos em quatro etapas, aos 17, 20, 24 e 29 anos. De acordo com os cientistas, a pesquisa mostrou que os homens que tinham um comportamento menos antisocial aos 17 e 20 anos estavam mais propícios a estar casados aos 29 anos. Além disso, se um dos gêmeos ainda estivesse solteiro, a diferença de agressividade entre os dois aumentava, se comparado com a fase da juventude.

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Segundo os autores do estudo, mesmo que o casamento iniba um comportamento antisocial, esse não é o único motivo para a diminuição de ações agressivas nos homens. A união social estável com outra pessoa e o menor tempo para gastar com ações mais perigosas são outros motivos que explicam essa tendência.

Casamento protege o coração

Ter um casamento feliz pode também proteger o coração do sexo masculino. Homens solteiros e com casamentos infelizes têm mais chances de sofrer um AVC seguido de morte. É o que sugere um estudo, apresentado no congresso internacional da American Stroke Association, feito com pouco mais de 10 mil homens que foram avaliados desde 1963 pelo estudo israelense Ischemic Heart Disease.

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Depois de levar em conta outros fatores de risco de derrame, os homens solteiros tinham 64% mais chances de sofrer um derrame fatal nas três décadas seguintes, se comparados aos homens casados. O risco de derrame fatal era semelhante naqueles que se diziam infelizes com o casamento. Esse dado é comparado ao risco de AVC em homens diabéticos, segundo os pesquisadores. Um total de 8,4% dos homens que eram solteiros em 1963 (que nunca haviam se casado ou que eram viúvos ou divorciado) morreram de AVC ao longo desses 34 anos, em comparação com 7,1% dos casados.

De acordo com os pesquisadores, o apoio da esposa pode melhorar a saúde do homem. Aqueles com parceiras vão ao médico com mais frequência, tomam os remédios recomendados e têm uma alimentação mais saudável. A companheira também percebe sintomas diferentes mais rapidamente, buscando um pronto atendimento. Todos estes fatores diminuem as chances de um derrame ser fatal.