Consumo de vitaminas reduz risco de complicações no parto

Probabilidade de nascimento prematuro, por exemplo, cai em até 16%

Um estudo que será publicado na edição de setembro do American Journal of Clinical Nutrition revelou que mulheres que tomam multivitamínicos durante a gestação têm menos chances de gerar um bebê prematuro, abaixo do peso e com defeitos no tubo neural. A análise foi liderada por um cientista da University of Pittsburgh, nos Estados Unidos.

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A pesquisa contou com a colaboração de 36 mil mulheres dinamarquesas que faziam parte do registro nacional de nascimentos. Todas foram questionadas sobre o uso de multivitamínicos nas semanas anteriores à concepção. Cerca de 60% delas declararam fazer uso do composto. Em seguida, foram observados os fatores de risco que envolviam a gestação, como tabagismo, idade e obesidade.

Os resultados apontaram que mulheres dentro do seu peso ideal - e até um pouco abaixo dele - que tomaram multivitamínicos durante as semanas que antecederam a concepção apresentaram um risco 16% menor de ter complicações no parto e com o bebê do que aquelas que não tomavam o composto.

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Segundo os pesquisadores, fica clara a evidência dos benefícios do consumo de suplementos vitamínicos em um período próximo à concepção, especialmente as do complexo B, como o ácido fólico, encontrado no espinafre e no brócolis.

Excesso de peso na gravidez aumenta chances de ter bebê obeso

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Segundo um estudo apresentado na 93ª Reunião Anual da Sociedade de Endocrinologia, em Boston (EUA), mulheres que ganham muito peso durante a gestação tendem a ter recém-nascidos com quantidade de gordura corporal elevada, aumentando as chances de obesidade na infância. A pesquisa revela ainda que a probabilidade independe do peso da mãe antes da gravidez.

O estudo foi baseado no acompanhamento de 56 mães, sendo que 31 delas haviam ganhado peso regular durante a gestação e 25, peso excessivo. Segundo o Instituto de Medicina dos Estados Unidos, o normal é que a gestante de um único filho ganhe de 11 a 15 quilos; gestantes com sobrepeso, 7 a 11 e obesas, 5 a 9 quilos.

De acordo com os resultados da pesquisa, mulheres obesas antes da gravidez apresentaram 70% de chance de exceder o ganho de peso durante a gestação. Já as saudáveis, apresentaram 31%. Entretanto, independente do peso pré-gravidez, todas as que excederam o ganho recomendado tiveram bebês acima do peso ideal.

Embora a relação entre o alto teor de gordura já no nascimento e a obesidade infantil já tivesse sido realizada, os estudos mostravam falhas na análise. Nem todos levavam em conta que outros problemas durante gestação, como o diabetes, também eram responsáveis pelo excessivo ganho de peso da mãe. Além disso, os métodos de análise da gordura corporal nos bebês também eram imprecisos.