PUBLICIDADE

Consumo de peixe ajuda a combater asma em crianças

Alimento diminui os riscos de respiração ofegante

Crianças que começam a comer peixes a partir dos nove meses de idade são menos propensas a sofrer com respiração ofegante em idade pré-escolar, diz estudo da University of Gothenburg, na Suécia, publicado no periódico Acta Paediatrica. Segundo os pesquisadores, esse é um problema recorrente em crianças nessa fase.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

A pesquisa incluiu as respostas de 4.171 famílias aleatoriamente selecionadas, que responderam a questionários quando seus filhos tinham seis meses, 12 meses e quatro anos e meio de idade. Foram examinadas as crianças que tiveram três ou mais episódios de respiração ofegante no último ano. Esse grupo foi comparado a crianças que não tiveram episódios de respiração ofegante.

Uma em cada cinco crianças teve pelo menos um episódio de respiração ofegante, e uma em cada 20 sofreu com episódios recorrentes (três ou mais) durante o último ano. Dessas últimas, mais da metade foi diagnosticada com asma e três quartos usaram medicação contra essa doença. No total, 57% das crianças com respiração ofegante recorrente sofreram disso por causa de vírus (como o da gripe) e 43% tiveram outros fatores envolvidos.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Percebeu-se, também, que o hábito de comer peixe depois dos nove meses de idade cortou quase pela metade a propensão de respiração ofegante aos 4 e 5 anos de idade. Estudos anteriores haviam indicado que o peixe contém propriedades que reduzem o risco de alergia e são benéficas no combate ao eczema e à rinite alérgica em idade pré-escolar. Outras pesquisas ainda sugerem que esse alimento possui efeito de proteção contra o desenvolvimento da asma.

Vitamina D também ajuda a combater asma

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Outro estudo, este publicado no periódico American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, da American Thoracic Society, revelou que crianças com asma persistente grave - que não respondem a tratamentos à base de corticóide - podem ter o funcionamento dos pulmões mais pobre em comparação a crianças com asma moderada devido a baixos níveis de vitamina D no sangue.

A pesquisa contou com a participação de 86 crianças, sendo 36 com asma persistente grave, 26 com asma moderada e 24 não asmáticas. Em seguida, os níveis de vitamina D presentes no organismo de cada uma foram comparados às suas respectivas capacidades pulmonares. Foram colhidas também, amostras de tecidos das vias aéreas do grupo com asma grave para avaliar as mudanças estruturais de seus músculos.

Os resultados mostraram que crianças com asma persistente grave apresentaram função pulmonar mais pobre e níveis de vitamina D mais baixos no sangue. A massa de tecido muscular nas vias aéreas também era maior nesse grupo.

Segundo os pesquisadores, a análise sugere que níveis mais baixos do nutriente contribuem para o aumento da massa muscular lisa das vias aéreas, o que pode tornar a respiração mais difícil. Eles acreditam que, se mais aprofundada, a descoberta poderá fornecer evidências importantes para novos tratamentos da doença.