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Amamentação pode diminuir risco de leucemia na infância, diz estudo

Seis meses de contato com leite materno seriam capazes de reduzir em até 19% as chances de câncer

Muitos benefícios da amamentação já são mais do reconhecidos para a saúde do bebê, mas agora pesquisadores da Universidade de Haifa, em Israel, acrescentaram mais uma novidade à lista de benefícios do leite materno. Em estudo publicado na revista JAMA Pediatrics, os cientistas descobriram que a amamentação também pode ajudar a prevenir leucemia, um câncer na medula óssea que é muito comum em crianças.

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De acordo com os pesquisadores, seis meses ou mais de amamentação podem diminuir em até 19% as chances de uma criança desenvolver leucemia. Mas como assim? Especialistas já sabiam que o leite materno carrega todos os nutrientes que o bebê necessita para crescer bem e saudável, além de anticorpos capazes de combater diversos tipos de infecções. Tanto que a Organização Mundial da Saúde (OMS) atualmente recomenda que crianças sejam amamentadas, pelo menos, durante o seu primeiro semestre de vida ? embora o ideal mesmo seja que a amamentação prossiga até os dois anos, com a incorporação de outros alimentos ao cardápio também.

Mas a análise de diversos estudos realizados anteriormente, combinada com os progressos dos cientistas de Israel, mostrou que o leite materno também traz propriedades e mecanismos capazes de frear o desenvolvimento de leucemia em crianças. Ele fortalece o sistema imunológico, tem ação anti-inflamatória, confere uma micro bioma intestinal muito mais saudável e, ainda por cima, possibilita a fabricação de células-tronco pelo organismo.

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Hoje, aproximadamente 175 mil crianças abaixo dos 15 anos de idade são diagnosticadas com a doença todos os anos. Este tipo de câncer, cujas causas ainda são desconhecidas, correspondem a 30% do total de tumores malignos identificados em pessoas dessa faixa etária e à segunda maior causa de mortes de bebês e crianças em todo o mundo.