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Terapia sexual

Não importa o tempo de prática. Problemas relacionados ao sexo podem aparecer em qualquer fase da vida e são mais comuns que os tabus envolvidos no assunto. Para solucioná-los, a parte mais difícil pode ser quebrar os preconceitos em discutir o que está acontecendo. Problema que a terapia sexual resolve.



Criada na década de 50, este tipo de terapia nada mais é que uma terapia que lida com questões da sexualidade. "É uma modalidade da psicoterapia e utiliza técnicas comportamentais desenvolvidas para auxiliar a modificar comportamentos sexuais inapropriados", explica o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Jr.

Num consultório, o terapeuta ouve o paciente (ou casal de pacientes) sentado em uma poltrona, contar seus problemas sexuais. Após conhecer completamente a situação, o especialista dá início ao tratamento.

Segundo Oswaldo, durante as semanas de tratamento, o terapeuta faz orientações e aplica técnicas cognitivas e comportamentais para que as mudanças de atitude ocorram no paciente. "O casal vai para casa sempre com alguma orientação e atividade proposta, que auxiliam no desenvolvimento dos comportamentos desejados", afirma.



Estar vivenciando problemas sexuais é a causa principal de quem procura este tipo de terapia. No entanto, as razões para tal podem ser as mais diversas. Homens com dificuldades de ereção; que não ejaculam ou ejaculam precocemente; ou que estão com falta de desejo sexual são alguns exemplos de problemas masculinos. Já mulheres com pouco ou nenhum desejo sexual; que têm graves restrições cognitivas sobre práticas sexuais normais e corriqueiras; que têm dificuldades em preparar-se para o relacionamento sexual ou que sentem dores durante o ato; que apresentam dificuldades em ter orgasmos são alguns casos femininos tratados pelo terapeuta sexual. A terapia feita em casal, como o próprio nome sugere, é procurada por casais que estão com dificuldades no relacionamento sexual. O tratamento é mais eficaz e rápido se for feito com as duas pessoas. "Mesmo neste caso, os pacientes terão sessões individualizadas, pois sempre existem questões que precisam de atenção individual", ressalta o médico. Ele diz que os casos em que o indivíduo faz terapia sozinho, são aqueles em que não existe parceria sexual fixa. Podem ser também, problemas relacionados a dúvidas sobre identidade sexual. Existem ainda, pessoas que procuram o terapeuta a fim de melhorar seu desempenho sexual. Oswaldo aconselha aos casais a fazerem terapia sexual por diversos motivos. "A primeira razão é a melhoria e aumento de prazer sexual para o casal", diz. Além disso, se as duas pessoas se submeterem ao tratamento, o problema certamente será solucionado mais rapidamente. Em média, os tratamentos duram cerca de seis a oito meses. Por: Caroline Martin











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