Conscientizar a sociedade sobre doenças reumáticas é fundamental

É preciso que todos saibam que reumatismo não é doença de idoso e os profissionais da saúde devem estar preparados para atender estes pacientes

POR REDAÇÃO - PUBLICADO EM 17/10/2016

foto especialista
Samuel Soares De Oliveira
38 anos - Tremedal/BA

É necessário preparar os profissionais de atendimento básico, educadores físicos, fisioterapeutas, médicos de atenção básica, clínicos, traumatologistas e residentes para reconhecer sintomas da espondilite e encaminhar esses pacientes para a área de reumatologia, pois assim é possível que eles recebam um diagnóstico precoce. No entanto, mesmo com palestras gratuitas com especialistas de reumatologia e da área de reabilitação, há uma falta de interesse desses profissionais. Diante dessa realidade, percebo que precisamos sensibilizar a sociedade como um todo.

PUBLICIDADE

O paciente com EA precisa de atendimento multidisciplinar com reumatologista, ortopedista, dermatologista, oftalmologista, fisioterapeuta, psicólogo e educadores físicos. É necessário focar no tratamento e na reabilitação.

Além disso, o acesso à informação deve ser simples. Da mesma forma, a comunicação com o paciente a respeito da doença e do tratamento precisa ser feita de forma compreensível.

Conscientização

É preciso conscientizar toda a sociedade em relação às espondilartrites e demais doenças reumáticas, discutindo suas limitações e influências psicológicas, profissionais e sociais. Precisamos que todos saibam que ?reumatismo não é doença de idoso?. Qualquer pessoa de qualquer idade pode ter uma doença reumática.

As associações de pacientes são fundamentais para a defesa dos pacientes, influenciando as tomadas de decisões políticas para melhorar as condições dos pacientes e para disponibilização de novas terapias pelo sistema de saúde.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DESSA PUBLICIDADE ;)

É necessário disponibilizar as terapias e o acesso aos especialistas para todos os pacientes, independentemente de sua localização geográfica.

Quanto mais cedo for feito o diagnóstico e o acesso à terapia eficiente, melhor o prognóstico para o paciente e menores serão os danos causados pela doença, além do ganho em qualidade de vida para o paciente.