Cafeína pode retardar a doença de Alzheimer e outras demências

Substância beneficia a memória e aumenta a atividade cerebral

Por Minha Vida - publicado em 20/05/2010


Um grupo de pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, em Portugal constatou que a cafeína protege contra o declínio cognitivo observado em pacientes com demência e doença de Alzheimer.

Os pesquisadores perceberam que há uma ligação entre os efeitos positivos da cafeína no cérebro e sua composição molecular assim como com as adaptações neurofisiológicas que o organismo sofre quando ingerimos a substância.

Para os pesquisadores, o fato de a cafeína acelerar a atividade cerebral e ativar a memória contribui significativamente para a prevenção de doenças neurológicas como o Alzheimer. Eles acreditam que uma pequena dose de café, cerca de uma xícara por dia, ajudaria a manter o cérebro ativo e sem riscos de danos neurocerebrais. 

Novos estudos ainda estão sendo testados, mas até agora o que se pode concluir é que a composição molecular da cafeína, que aumenta a produção de receptores de adenosina A2A e diminui a de amiloide-beta, interfere diretamente no cérebro ativando áreas responsáveis pela cognição e memória, amenizando doenças neurológicas. 


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