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Saiba como identificar o câncer de pele

Reconhecer essa doença precocemente é essencial para o tratamento

Por Especialista - publicado em 24/11/2010


A pele e o maior órgão do nosso corpo e tem a função a proteção para as estruturas internas do organismo a penetração de agentes externos de qualquer natureza, e também impede a perda de água eletrólitos e outras substâncias do meio interno, manter a regulação da temperatura, a percepção de calor, frio, dor e tato e secreção sebácea. A pele tem três camadas, a epiderme, que é a camada mais externa, a derme e o tecido subcutâneo, mais profundo. Mas mesmo essa estrutura complexa e que protege o corpo, sofre com o câncer, que tem como principal causador envelhecimento precoce e a irradiação ultravioleta. Esses dois problemas estão relacionados a uma exposição exagerada ao sol. 

O carcinoma basocelular é o tipo mais frequente de câncer de pele, representando 70% dos casos. São mais comuns após os 40 anos, e atingem mais pessoas de pele clara. Ocorre mais em regiões do corpo que ficam mais expostas à luz solar. Seu surgimento está diretamente ligado à exposição solar acumulativa durante a vida. Apesar de não causar metástase, pode destruir os tecidos à sua volta, atingindo até cartilagens e ossos. 

O carcinoma espinocelular é segundo tipo mais comum de câncer da pele, e representa 25% dos casos, pode se disseminar por meio de gânglios e provocar metástase. A localização mais frequente e no terço inferior da face, orelhas, couro cabeludo, antebraços, dorso das mãos, pernas, lábio inferior. Entre suas causas, esta à exposição prolongada ao sol, principalmente sem a proteção adequada, além do tabagismo, exposição a substâncias químicas com arsênio e alcatrão e alterações na imunidade. 

Entre as principais causas do melanoma estão a exposição prolongada ao sol, o tabagismo e o contato com alcatrão

O melanoma é o tipo mais perigoso, com alto potencial de produzir metástase. Pode levar à morte se não houver diagnóstico e tratamento precoce. Na maioria das vezes, melanomas aparecem em pessoas de pele clara, no tronco nos homens, ou, em membros inferiores nas mulheres - embora possam surgir em outras partes do corpo também. Apesar de mais comuns em pessoas de pele clara, negros e seus descendentes não estão livres da doença. Normalmente, inicia-se com uma pinta escura que cresce de tamanho. 

Anualmente são diagnosticados cerca de 120 mil novos casos de câncer de pele no Brasil. Desse total, cerca de 5% são melanomas, os principais responsáveis por mortes por câncer de pele, que representa 25% do total dos casos de câncer no Brasil. 

No consultório, o medico pode lançar mão de um aparelho chamado dermatoscopio, que vai fazer um aumento da lesão, o que ajuda no diagnostico de suspeita ou não. Na suspeita, a confirmação ou não do diagnóstico de câncer de pele é feito através de uma biópsia, a retirada de uma amostra de tecido que vai ser analisada ao microscópio. 

Mesmo que o diagnóstico no consultório seja o único capaz de identificar com precisão se uma mancha na pele é um câncer, podemos tomar algumas medidas para cuidar de nossa pele.Devemos nos examinar ao menos uma vez por mês, quando iremos procurar em nossa pele algo suspeito, em se achando devemos procurar um médico.

Para auxiliar na identificação dos sinais perigosos, basta seguir a Regra do ABCD: todas as manchas que forem Assimétricas, tiverem Bordas irregulares, Cores que variam e Dimensões devem ser vistas com suspeitas.Mas o encontro de alterações suspeitas não significa de imediato que seja um câncer, mas sim que se deve procura orientação medica. 



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 Claudio Mutti

Escrito por:

Claudio Mutti

Dermatologia

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