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Refluxo está relacionado a câncer de esôfago?

Além de estarem relacionadas, as doenças têm grande ligação com a obesidade

Os hábitos da vida moderna trazem consigo diversos vícios alimentares que, quando aliados a uma baixa frequência de atividades físicas, são os principais predisponentes àquela que provavelmente é a doença do século 21: a obesidade.

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O dano crônico causado na porção final do esôfago predispõe a formação de um tipo bastante comum de câncer de esôfago, o adenocarcinoma.

Paralelamente a isso, notou-se um aumento exponencial na incidência da doença do refluxo gastresofágico (DRGE), consequência direta da obesidade e, de certa forma, dos mesmos maus hábitos - refeições copiosas, alimentos gordurosos, álcool, tabaco, dentre outros.

A DRGE consiste no retorno do conteúdo ácido, normalmente presente apenas no estômago para favorecer a digestão, para a porção dial do esôfago, causando sintomas típicos como azia, dor, queimação, salivação e até sintomas respiratórios como tosse e chiado no peito. Essa condição é favorecida pelo aumento da pressão dentro abdômen causada pela obesidade, assim como pelos maus hábitos em si.

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O dano crônico causado na porção final do esôfago predispõe a formação de um tipo bastante comum de câncer de esôfago, o adenocarcinoma. Esse processo fica nítido no exame de alguns pacientes quando é visualizado o esôfago de Barrett, com coloração salmão no final do esôfago fruto da exposição crônica ao ácido.

No países desenvolvidos no hemisfério norte este já é o tipo mais comum de câncer de esôfago, enquanto em muitas partes do mundo onde a incidência do tabagismo e etilismo permanecem altas, o subtipo mais comum é o carcinoma epidermoide.

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A principal forma de prevenção é a adoção de hábitos alimentares saudáveis e evitar o tabagismo. Naqueles pacientes com sintomas sugestivos, um gastroenterologista deverá ser consultado a fim de investigar essas queixas com uma endoscopia digestiva alta e iniciar o tratamento com medicações para diminuir a produção de ácido no estômago.