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Pesquisa mostra que apenas 5% das mães passam protetor solar nos filhos antes da escola

Estudo busca conhecer os hábitos de uso de proteção solar das mães brasileiras

Quando o assunto é fotoproteção da pele, o brasileiro ainda precisa desenvolver uma consciência mais presente de que os cuidados para se proteger dos raios solares são necessários não só no verão, como no restante do ano.

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"As pessoas associam os raios solares à alta temperatura, mas os raios UVA e UVB incidem não só em dias de calor", explica Patrícia Madeira, diretora de Meteorologia do Climatempo.

Segundo a meteorologista, outra ideia equivocada é a de que o clima da cidade mais afastada da região litorânea seja mais ameno. "O acompanhamento técnico das medidas de radiação UV em algumas capitais demonstra que no verão em São Paulo, por exemplo, as medidas de raios UV podem ser até superiores às de regiões litorâneas do Nordeste, como Recife e Fortaleza. Isto se deve à posição geográfica da cidade", afirma.

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É justamente a radiação constante, mesmo em dias com clima mais fresco, que preocupa os médicos: "O câncer de pele tem uma incidência muito alta na população brasileira. De cada três casos da doença no País, um é de câncer de pele. A proteção mais relevante é quando falamos da exposição 'não intencional', que é a do dia a dia, em locais e atividades de rotina", explica a pediatra Sabrina Battistella, que também reforça a importância do uso do protetor durante a exposição intencional na praia, na piscina ou em eventos ao ar livre.

Uma grande oportunidade de fazer com que a fotoproteção se torne um hábito do cotidiano é incorporá-lo ao dia a dia das crianças, que estão sempre expostas aos raios solares. "Precisamos educar nossos filhos para que seja natural usar o protetor solar, assim como é escovar os dentes", afirma a pediatra.

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Um estudo online feito por Sundown, da Johnson & Johnson, em parceria com o Ibope, mostra que apenas 5% das mães passam protetor solar nas crianças antes delas irem para a escola. De acordo com a pesquisa, 57% das entrevistadas aplicam filtro solar nos filhos apenas de vez em quando, sem relacionar uma frequência estabelecida.

O levantamento, feito com 1.000 mulheres de 25 a 60 anos de idade, de todas as regiões do Brasil, também demonstrou que o uso do filtro solar é, de fato, bastante associado à realização de atividades em ambientes externos, como praia ou piscina: 35% das mulheres alegam aplicar filtro solar em seus filhos quando realizam esse tipo de atividade.

Escola na prevenção

Para estimular os cuidados com a saúde da pele não apenas nas atividades de lazer ao ar livre, o papel da escola também entra em discussão. A educadora Gisela Wajskop ressalta que a parceria entre os pais e a escola é essencial: "Os cuidadores da criança e os educadores precisam entender que o protetor solar é uma questão de saúde".

Ela ressalta que a ideia de escola com alunos restritos apenas à sala de aula deve ficar no passado. "As crianças ficam mais fora da sala de aula do que dentro. Elas aprendem muito mais dessa forma", afirma Gisela.

Para ela, a escola tem a função de auxiliar os pais a passar informações importantes sobre fotoproteção para as crianças e auxiliar na prevenção das doenças de pele. "Criar momentos no dia a dia para inserir o hábito da proteção solar pode gerar situações de aprendizagem e interação bastante atraentes para as crianças", explica a educadora.

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