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Cuidados após a criolipólise

O tempo de duração do edema gerado pela criolipólise varia muito. Veja as peculiaridades

A criolipólise é uma técnica não-invasiva que usa baixas temperaturas, através de intenso resfriamento, e localizado, do tecido adiposo de determinada região corporal, levando suas células à morte por apoptose para auxiliar na eliminação da gordura localizada, sem causar danos a outros tecidos.

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O tratamento é seguro?

Este tratamento é seguro, desde que a avaliação por profissional competente seja feita de forma minuciosa, excluindo os fatores que vão contra a indicação da técnica.

Vale ressaltar que o tratamento deve ser indicado para pregas de 25mm em diante, podendo ser utilizados em pregas a partir de 20mm, desde que a avaliação seja criteriosa e haja segurança do profissional na indicação.

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Não somente deve ser avaliada a prega no adipômetro( instrumento pelo qual se mede em milímetros a prega de gordura), mas também, deve-se observar a prega manual, que avalia a disponibilidade de pele para expansão da gordura localizada na região a ser tratada, pois sem elasticidade de pele não é possível que a sucção gerada pelo aparelho aconteça de forma segura e garanta resultados.

A observação do intervalo de repetição da técnica em mesma área também é relevante, contando-se com tempo mínimo de 90 dias, desde que seja realizada uma reavaliação para observação da necessidade.

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Cuidados após a criolipólise

Em geral, após a aplicação da criolipólise em alguma região corporal, o tecido tratado apresenta-se rígido e alto, formando uma espécie de "picolé", que é defeito imediatamente após a retirada da máquina através de uma massagem local que pode durar alguns minutos; aponta-se que o indivíduo tratado sairá do local com a região normalizada e com o "picolé" desfeito.

É importante, principalmente, não expor a área ao sol ou calor (inclusive piscinas aquecidas e jatos de água quente) e evitar atividade física intensa nas primeiras 48 horas (por causa do desconforto local que pode ser observado, muitas vezes independente da atividade física ser realizada).

Casos de inchaço

Após a aplicação, podendo perdurar por dias ou semanas, a área pode apresentar sinais de um processo inflamatório, ocorrendo, assim, calor, dor, rubor, edema. Podem ocorrer, também, alteração da sensibilidade no local tratado e marcas arroxeadas. Estes sinais apresentados podem acontecer e fazer parte do processo.

O tempo de duração do edema gerado pela criolipólise varia muito de um indivíduo para outro, pode durar dias ou semanas e faz parte do processo. A avaliação ou acompanhamento da área após o procedimento, com o retorno do indivíduo ao profissional que o realizou, é de suma importância para a observação da região e para que se possa observar a necessidade de novas condutas a longo prazo e acompanhar o comportamento tecidual mais tardio.

Embora este edema (inchaço) seja parte do processo inflamatório gerado, ele pode ser amenizado através da drenagem linfática manual. Como o sistema linfático ajuda na eliminação dos resíduos do metabolismo celular ocorrido na exposição da área ao tratamento de criolipólise, o uso da drenagem linfática manual pode ajudar na potencialização do bom funcionamento do sistema, e, neste caso, na drenagem do edema apresentado.

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Quem não deve fazer o tratamento

Indivíduos com pregas menores que as citadas acima, alterações de sensibilidade, que tenham feito cirurgias recentemente, Diabetes não-controlado, intolerantes ao frio, com estados febris, insuficiências em qualquer sistema corporal, com lesões ativas na pele local, doenças sistêmicas com efeitos na pele (exemplo: Lúpus), com alterações na coagulação, varizes no local, flebites e tromboflebites, flacidez acentuada, hérnia umbilical e/ou diástase muscular maior que 1cm (em caso de fazer em abdome), com Doença de Raynaud ou gestantes, não devem se expor ao tratamento.