Diabetes: 5 dúvidas sobre problemas de pele ligados à doença

Entenda por que a pele das pessoas com diabetes tende a ser mais ressecada, como hidratá-la e as consequências de não cuidar adequadamente desse problema

Pessoas com diabetes precisam estar atentas ao controle da doença para garantir uma melhor qualidade de vida e impedir o surgimento de complicações microvasculares, como problemas nos olhos e lesões nos rins, e macrovasculares, como a aterosclerose e a suscetibilidade a infecções de pele. Seja do tipo 1 ou 2, a doença torna a pele do paciente mais frágil e faz com que ela sofra alterações importantes, que exigem cuidados especiais, principalmente no que se refere à hidratação.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Dúvidas sobre problemas de pele ligados à diabetes. Foto: Getty Images
Recomenda-se que a pele seja hidratada pelo menos uma vez ao dia

Entenda melhor os problemas de pele ligados ao diabetes:

Por que a pele de quem tem diabetes fica mais ressecada?

Pacientes com diabetes têm uma tendência maior de apresentar pele seca porque a doença pode causar alterações nos nervos da pele. Ao afetar os nervos do sistema nervoso autonômico, que controlam a produção de suor e de sebo, a pele vai ficando cada vez mais ressecada.

Outro agravante é o fato de pessoas com diabetes urinarem mais vezes ao dia, na tentativa de eliminar o excesso de glicose do sangue. O processo causa perda de líquidos do corpo, o que acarreta na desidratação e no ressecamento da pele.

A pele muito seca pode causar problemas para o paciente com diabetes?

Sem dúvida. Na pele muito seca pode ocorrer uma ruptura da linearidade das células cutâneas, provocando coceira intensa. O trauma causado pelas unhas ao coçar a pele leva ao desenvolvimento de escoriações, espessamento, vermelhidão, escamas e rachaduras.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

Desta forma, a entrada de bactérias e fungos fica facilitada, podendo gerar complicações mais graves, como a formação de úlceras. Com a dificuldade de cicatrização característica do organismo de quem tem diabetes por causa da má circulação sanguínea, esses ferimentos podem se tornar mais graves do que seriam em pessoas sem a doença.

Quem tem diabetes pode usar qualquer produto para hidratar a pele?

Não é qualquer produto que pode ser usado para hidratar a pele de quem tem diabetes. Hidratantes com álcool, por exemplo, aceleram o ressecamento da pele e podem acabar piorando o problema.

O ideal é usar cremes hidratantes desenvolvidos especialmente para a pele de quem tem diabetes, como o creme DiabetTX®. Com L-Arginina na fórmula, ele pode ser usado em todo o corpo e mantém a pele das mãos e dos pés - que tende a ressecar ainda mais quando se tem diabetes - profundamente hidratada, ajudando a evitar as complicações mencionadas anteriormente.

O creme hidratante DiabetTX® deve ser aplicado na pele limpa e seca. E aqui vai uma dica importante: o método mais eficaz para a absorção do creme é massagear a região com movimentos circulares e suaves.

Qual é a frequência ideal de hidratação da pele de quem tem diabetes?

Como rotina, a pele deve ser hidratada uma vez ao dia. Em casos mais severos de ressecamento, o creme hidratante DiabetTX® deve ser utilizado pelo paciente com diabetes entre três e quatro vezes por dia.

NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)

O melhor momento para a hidratação da pele é após o banho. Os polos estão dilatados e o produto penetra com mais eficiência, além de criar uma camada de proteção que evita a perda de umidade.

O que é o pé diabético e quais as consequências das feridas no local?

O pé diabético é uma complicação do diabetes tipo 2 que ocorre quando uma área machucada ou infeccionada dos pés desenvolve uma ferida ou úlcera. Ele se desenvolve quando a circulação sanguínea é deficiente e os níveis de glicemia não estão controlados.

Se não forem tratadas com rapidez, as feridas do pé diabético podem gerar complicações que podem levar até à amputação do membro afetado.