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HIV: entenda como prevenir e o que fazer se estiver na dúvida se foi exposto ao vírus

Uso da camisinha, tanto feminina quanto masculina, é fundamental para evitar Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis

Mulher grávida realizando exame - Foto: Shuterstock
Mulher grávida realizando exame - Foto: Shuterstock

Quem pensa em sair e se divertir tem que pensar também em se proteger. Por isso, a camisinha, feminina ou masculina, é item obrigatório para garantir um futuro com saúde. Isso porque ela protege tanto contra o vírus HIV quanto outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

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Segundo dados do Ministério da Saúde, 830 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Apesar de fundamental, a camisinha não é a única forma de se prevenir contra o vírus. A prevenção combinada reúne diversas atitudes fundamentais para evitar o contágio.

Diagnóstico

O primeiro passo é ter certeza do seu diagnóstico. Se você estiver na dúvida se foi exposto ao vírus HIV, faça o teste. Essa informação é essencial para aumentar a expectativa de vida do soropositivo. Além disso, o tratamento especializado traz mais qualidade de vida ao paciente.

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O diagnóstico da infecção pelo vírus é feito através de exame de sangue. O teste é rápido, seguro e sigiloso. Qualquer pessoa pode fazer o exame gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), nas unidades da rede pública de saúde e nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA).

Mãe e filho

O diagnóstico traz outros benefícios além da melhora da qualidade e expectativa de vida da pessoa que foi exposta ao vírus: as mães soropositivas, por exemplo, têm 99% de chance de terem filhos sem o HIV se seguirem o tratamento recomendado pelos médicos durante o pré-natal, no parto e no pós-parto.

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Antes do bebê nascer, o indicado é que a gestante realize exames para a detecção da doença durante a gestação, sempre com acompanhamento médico. O tipo de parto poderá ser influenciado de acordo com o estado de saúde da mãe. Segundo diretrizes do Ministério da Saúde, gestantes soropositivas poderão ser elegíveis para o parto cesárea de acordo com a carga viral apresentada.

Logo depois que o bebê nasce, o risco de contágio ainda existe. Sendo assim, a mãe não deve amamentar o filho porque o HIV está presente no leite materno. Além disso, o recém-nascido precisa tomar o medicamento AZT xarope nas primeiras duas horas de vida até as seis semanas seguintes.

Medicamentos

O uso de medicamentos antirretrovirais é também uma forma de prevenção contra o HIV. Essa medida está dentro da estratégia de prevenção combinada e recebe o nome de PEP (sigla em inglês para Profilaxia Pós-Exposição).

A administração da medicação deve ser feita em até 72 horas após o contato com o vírus. O tratamento dura 28 dias no total. Os medicamentos antirretrovirais impedem a multiplicação do HIV dentro das células, fazendo com que o vírus fique inativo.

As autoridades de saúde lembram que a PEP é indicada para casos emergenciais e não deve ser usada repetidamente.

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Tratamento

O acompanhamento médico é fundamental em casos de infecção com o vírus HIV. E não é apenas para quem já apresenta sintomas e toma medicamentos antirretrovirais, fase que recebe o nome de Aids. Mesmo as pessoas que não apresentam sintomas, ou seja, que se encontram na fase assintomática do vírus, e não tomam remédios devem procurar atendimento médico.

Após a confirmação positiva do teste de HIV, o tratamento está disponível para todos. O Sistema Único de Saúde garante tratamento, realização de exames e acesso aos medicamentos a todos os residentes no Brasil.

O uso irregular ou inadequado de medicamentos pode acelerar o processo de resistência do vírus e prejudicar a melhora do paciente. Além dos medicamentos, o tratamento da Aids requer que o paciente tenha uma boa alimentação, pratique exercícios físicos e compareça ao serviço de saúde nos dias das consultas.

Portanto, procure um médico e faça o tratamento conforme as instruções do profissional, que irá determinar a frequência dos exames e das consultas para cada caso.

#vamoscombinar

O Ministério da Saúde disponibiliza informações importante sobre a doença na campanha de conscientização para prevenção do HIV "Vamos Combinar? Prevenir é Viver".

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Além disso, a hashtag #vamoscombinar também pode ser usada para espalhar iniciativas de prevenção pelos usuários das redes sociais. Clique aqui e conheça o site da campanha.