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Baixa qualidade de vida e cigarro influenciam menopausa precoce

Hábitos também aumentam chances de problemas físicos e mentais nas mulheres

Um estudo liderado por dois pesquisadores da Imperial College, na Inglaterra, revelou que a menopausa precoce - antes dos 40 anos - não significa apenas infertilidade, mas também baixa qualidade de vida e maior risco de mortalidade.

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A dupla analisou registros de cerca de cinco mil mulheres que nasceram em 1958, o que equivale a todos os nascimentos de bebês do sexo feminino na Inglaterra em uma única semana. Acompanhadas durante 50 anos, elas tiveram os seus dados atualizados cerca de oito vezes. Na última vez, as informações incluíam a data e a causa da menopausa.

Os resultados mostraram que 7,4% das participantes ou cerca de 370 mulheres tiveram menopausa precoce espontânea ou induzida por medicamentos. Os números tiveram forte relação com a baixa qualidade de vida - alimentação irregular e carência de exercícios físicos - e o hábito de fumar. Além disso, 10 anos após a falência prematura dos ovários, as mulheres se mostraram mais afetadas por problemas físicos e mentais.

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Alivie os sintomas da menopausa

A falência prematura dos ovários é caracterizada por ausência de menstruação, infertilidade e queda dos hormônios estrogênio e progesterona. Com o novo estudo, foi possível obter informações sobre os riscos e impactos da menopausa precoce em escala populacional.

Alimentação na menopausa

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A menopausa pode estar relacionada a aumento de quilos, insônia, instabilidade de humor, cansaço, tontura e o famoso calorão. Entretanto, com mudanças na alimentação, é possível reduzir os incômodos típicos desse período da vida e até diminuir a necessidade de tratamento à base de hormônios sintéticos.

Segundo a nutricionista Cristina Corrêa, a soja pode ser uma grande aliada do equilíbrio hormonal, já que "a estrutura das isoflavonas do alimento são semelhantes à do estrogênio". Alimentos com quercetina (maçã e cebola), coenzima Q10 (sardinha e aveia) e boro (frutas não cítricas, como pêssego, legumes e castanhas) também contribuem.

A endocrinologista Cláudia Cozer, integrante da diretoria da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), ressalta que nesse período é importante aumentar a ingestão de cálcio, presente em legumes verdes, leite e derivados, cereais e frutas secas, para evitar a osteoporose.

A nutricionista Cristina também aconselha reduzir a quantidade de açúcar e sal, não tomar muito café, ingerir bastante fruta e verdura, limitar o consumo de carne vermelha a uma ou duas porções por semana e comer mais peixes, principalmente salmão e atum, ao menos duas vezes na semana. Beber, no mínimo, oito copos de líquido ao dia, preferencialmente de água, é outra recomendação.

Fazer atividades físicas regularmente é mais uma atitude que deve ser adotada por quem quer driblar os incômodos que surgir com o fim da menstruação. Segundo a especialista, tomar todos esses cuidados possibilita que a mulher entre na menopausa e tenha qualidade de vida ao mesmo tempo.

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