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Estudo sugere que 75% das internações de emergência por asma poderiam ser evitadas

Menos da metade dos 25 mil entrevistados conheciam os riscos da doença

Um terço das pessoas que sofrem de asma corre risco de sofrer um ataque fatal, aponta um estudo feito pelo instituto Asma UK, na Grã-Bretanha. Segundo os pesquisadores, esses dados mostram desconhecimento sobre as complicações da doença, fazendo com que grande parte das pessoas seja internada por motivos que poderiam ser evitados.

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Para chegar a essa conclusão, foram entrevistadas 25 mil pessoas em uma pesquisa online. Os pesquisadores tinham por objetivo avaliar a doença em diferentes pacientes para tentar determinar os riscos de morte associados ao problema. A partir dos resultados, seria possível incentivar programas de conscientização sobre a asma.

Antes de realizar o teste, menos da metade reconhecia estar em risco. Os pesquisadores avaliam também que até 75% das internações de emergência relacionadas à asma poderiam ser evitadas se os pacientes soubessem gerenciar melhor a doença. Concluiu-se ainda que grande parte das vítimas do problema não sabia que estava exposta ao elevado risco de ataques fatais.

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A asma é responsável por milhares de mortes todos os anos. Aderir a um tratamento contínuo com uso de medicamentos ou inaladores, recomendados por um profissional, é fundamental para evitar complicações.

Combata seis agravantes de asma e outras alergias respiratórias

Junto com a chegada dos meses mais frios do ano vem o crescimento das alergias respiratórias. Dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI) indicam que 30% dos brasileiros possuem algum tipo de reação alérgica, sendo que asma, rinite e bronquite são predominantes nesta época do ano. A seguir, especialistas listam os principais deles e dão dicas de como combatê-los.

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1. Alterações de temperatura

As variações de calor para frio ou vice-versa podem causar irritações nas vias respiratórias e demais órgãos. Por isso, evite fazer atividades ao ar livre em horários muitos frios, como no período da noite no inverno.

2. Fortes emoções

Ficar muito nervoso, triste ou assustado pode desencadear o fechamento dos brônquios, levando a uma crise de asma. Essas crises são comuns tanto em crianças quanto em adultos e procurar ajuda profissional - como de um psicólogo - pode ajudar a identificar esses focos de tensão e entender como lidar com eles.

3. Produtos químicos

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Há alguns produtos de cheiro tão forte que causam irritação na maioria das pessoas, como tinta de parede. Produtos de limpeza também costumam ser motivo de irritação. Por isso, prefira opções menos concentradas ou que apresentem menos cloro ou amoníaco.

4. Infecções virais

Todo vírus que irrita e inflama o brônquio faz com que ele se feche, o que pode aumentar a secreção e as chances de crises alérgicas. Por isso, é importante tomar vacina contra gripe em épocas de campanha e ter cuidado para não ficar com a imunidade baixa e favorecer a manifestação de doenças virais.

5. Pólen

O pólen é um dos mais comuns alérgenos (substâncias que desencadeiam alergia). Quando uma pessoa com rinite alérgica respira um alérgeno, por exemplo, o corpo libera substâncias químicas que causam sintomas alérgicos, como irritação, inchaço e produção de muco. Se a pessoa notar essa reação ao pólen de algum tipo específico de flor, é melhor evitar ter essa espécie dentro de casa.

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6. Animais com pelos e penas

É possível conviver com bichos de estimação, mas desde que cuidados com higiene da casa e do animal sejam redobrados. Dar banhos semanais no animal para diminuir a quantidade de pele e de pelos soltos no ambiente é fundamental, assim como impedir que o animal frequente as áreas de convívio da casa, em especial o quarto da pessoa que tem alergia.