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Artrogripose: nova malformação fetal foi relacionada ao zika vírus

Estudo brasileiro mostrou que alguns bebês cujas mães pegaram a doença apresentaram essa e outras malformações

A microcefalia não é a única preocupação que as mães devem ter com relação ao zika vírus. Um estudo brasileiro publicado na revista científica internacional Ultrasound in Obstetrics and Gynecology analisou casos em que os bebês, além da microcefalia ligada ao zika, também apresentavam outras malformações, como a artrogripose, uma doença rara em que há deficiências nas articulações, impedindo os movimentos das crianças.

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No estudo, foram analisadas duas crianças nascidas na Paraíba. Uma delas apresentava atrofia cerebral e calcificação na matéria branca no lobo frontal. Já na outra criança, tinha os hemisférios do cérebro assimétricos e catarata nos dois olhos.

Depois disso, outros seis casos de microcefalia relacionada ao zika foram encontrados na Paraíba. Três tinham calcificações cerebrais e duas mostraram comprometimento do cerebelo, enquanto uma delas desenvolveu artrogripose severa.

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Atualmente, no entanto, existem quatro crianças com artrogripose e suspeita de zika, dois são bebês que morreram pouco depois de nascer e os outros dois são fetos. Ou seja, talvez a infecção congênita do zika leve a mais problemas na formação do bebê do que a microcefalia.

Como a infecção pelo zika nem sempre causa sintomas, quando os bebês nascem com essas malformações é preciso antes de tudo excluir outras doenças que levam a este tipo de problema no feto, como toxoplasmose, citomegalovírus, herpes simples, sífilis e rubéola.

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