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Nova droga em teste pode inibir proteína que leva ao Alzheimer

Se os resultados dos testes continuarem satisfatórios, o remédio deverá ser comercializado em até 3 anos

Em uma pesquisa feita pelo laboratório de pesquisa da famarcêutica Merck, foi descoberto um novo medicamento capaz de inibir placas senis no cérebro, que levariam ao Alzheimer. Os resultados foram publicados na revista "Science Translational Medicine".

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O grande acúmulo da proteína beta-amiloide é conhecido por ser um dos fatores que levam à doença, criando placas no cérebro. Agora, a nova droga, chamada verubecestat, atua na redução dessas placas, agindo diretamente na enzima BACE1, responsável pelo surgimento da beta-amiloide.

Os testes preliminares, feitos com 32 pacientes, apresentaram uma redução de até 80% nos níveis dessa proteína. Essa não é a primeira vez que tentam criar um medicamento com essa função, porém, até o momento, todas as drogas criadas geravam efeitos adversos graves nos pacientes.

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Pela primeira vez uma droga oral inibidora de BACE1 conseguiu autorização para uma nova fase de testes, envolvendo muitos pacientes: cerca de 3.500. A Fase 3 da pesquisa deve terminar em julho de 2017 e, se os resultados se manterem satisfatórios, a pílula poderá ser comercializada em até três anos.