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Pesquisa mostra que descoberta de doença crônica provoca mudanças de vida

Dados de estudo sobre empoderamento do paciente com diabetes e hipertensão revelam que 54% das pessoas estão satisfeitas com a saúde

Praticar mais exercícios físicos, ter uma dieta mais equilibrada, reduzir a jornada de trabalho, ter mais tempo para si e visitar o médico com regularidade. Uma pesquisa feita com pessoas com hipertensão ou diabetes mostra que o diagnóstico foi um divisor de águas para uma verdadeira mudança de vida.

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O estudo, feito pela Abbott, empresa global de cuidados para a saúde, e conduzido pela Nielsen Shopper Solutions, mostrou que 64% dos pacientes passaram a fazer atividades físicas após o diagnóstico. A pesquisa indicou também que 62% passou a dedicar mais tempo para si, 61% tomou a decisão de reduzir a jornada de trabalho, 60% aderiu a uma dieta mais equilibrada e 58% das pessoas passaram a visitar o médico regularmente. Ainda segundo o estudo, 54% das pessoas estão satisfeitas com a saúde atualmente.

Empoderamento e preocupação

Outro dado divulgado mostra que 59% das pessoas apostam na melhoria dos hábitos de saúde como o principal motivo para se sentirem empoderadas com relação às doenças. A principal preocupação dos pacientes é a alimentação: 87% tentam realizar as principais refeições; 86% acham importante beber de 6 a 8 copos de água ao dia e 78% lutam para diminuir o sal. Porém, apenas 24% das pessoas seguem uma dieta com acompanhamento profissional.

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Se por um lado mais pacientes se tornam protagonistas importantes de seus tratamentos, ainda é significativo o número de pessoas (mais de 40%) com diabetes e hipertensão que interromperam o tratamento ao menos uma vez nos últimos cinco anos por indisciplina ou depois que os sintomas desapareceram, segundo o estudo.

Além disso, mesmo sabendo que têm diabetes ou hipertensão, muitos não iniciaram o tratamento médico por considerarem que a doença não é grave o suficiente: 15% das pessoas com diabetes e 12% das que apresentam hipertensão.

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Estar bem informado também contribui para o protagonismo do paciente. O estudo mostra que 40% das pessoas com doenças crônicas acessam sites de buscas e 28% procuram em sites específicos informações sobre a doença, prevenção, tratamento, medicamentos e profissionais de saúde. Segundo a pesquisa, o hábito não substitui o contato com o médico: 92% dos entrevistados fazem tratamento com acompanhamento médico e 85% confiam nos profissionais de saúde. Outro dado divulgado mostra que os principais problemas para um tratamento ideal estão ligados aos recursos financeiros (59%) dos pacientes.

A pesquisa "Empoderamento do Paciente - importância e desafios" foi feita entre os dias 2 e 20 de junho de 2017 com 960 pessoas, entre homens e mulheres, acima de 18 anos, de capitais de todas as regiões brasileiras (Manaus e região metropolitana, Fortaleza, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre). Os entrevistados foram diagnosticados com hipertensão ou diabetes, doenças crônicas com grande incidência no país e que precisam de envolvimento ativo do paciente no tratamento.