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SUS incorpora medicamento para tratar epilepsia em pacientes com microcefalia

O remédio levetiracetam tem o prazo máximo de 180 dias para a incorporação

O medicamento antiepiléptico levetiracetam foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento de pacientes com microcefalia. A nota foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (4).

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O remédio, também conhecido pelo nome comercial Keppra, ajuda a controlar contém convulsões em pacientes com anomalias decorrentes de infecção pelo vírus da zika.

De acordo com o Ministério da Saúde, o prazo máximo para a incorporação do SUS é de 180 dias a partir da data de publicação da incorporação.

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Além disso, o Keppra será incorporado para pacientes do SUS com diagnóstico de epilepsia mioclônica juvenil (EMJ) para pessoas resistentes à monoterapia. A doença é um tipo de epilepsia crônica comum na adolescência.

O que é Microcefalia?

Microcefalia é uma condição neurológica rara em que a cabeça e o cérebro da criança são significativamente menores do que os de outras da mesma idade e sexo. A microcefalia normalmente é diagnosticada no início da vida e é resultado do cérebro não crescer o suficiente durante a gestação ou após o nascimento.

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Crianças com microcefalia têm problemas de desenvolvimento. Não há uma cura definitiva para a microcefalia, mas tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e qualidade de vida. A microcefalia pode ser causada por uma série de problemas genéticos ou ambientais.