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Novo exame de sangue pode ajudar a detectar câncer de mama

Cientistas estimam que a novidade possa reduzir o uso da biópsia em até 67%

Diagnosticar o câncer de mama em mulheres mais jovens é muito difícil, porém, tem sido cada dia mais comum a recorrência da doença entre as mais diversas faixas etárias. Após os 40 anos, o câncer costuma ser detectado pela mamografia, mas antes disso a mamografia apresenta limitações, pois a maioria das pacientes jovens tem mamas densas, o que dificulta a avaliação e identificação de eventuais tumores. E é justamente esse grupo que pode se beneficiar dessa nova descoberta: o exame de sangue Videssa Breast.

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Um estudo apontou que esse exame de sangue não é afetado pela densidade mamária e pode descartar a existência do câncer de mama de forma confiável em mulheres com tecido mamário denso e não denso, inclusive.

"As mulheres que têm seios densos estão em uma dupla desvantagem. Elas não só correm maior risco de desenvolver câncer de mama, como o tecido mamário denso pode diminuir a confiabilidade da imagem e aumentar as chances de uma descoberta falsa", diz Judith K. Wolf, diretora da Provista Diagnostics Inc. "Este estudo mostra que, com um valor preditivo negativo (VPL) de mais de 99%, os clínicos podem usar com confiança o resultado do Videssa para detectar câncer em mulheres com peitos densos e melhor determinar quando a biópsia é verdadeiramente necessária para avaliar descobertas suspeitas", completa.

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Um outro estudo publicado pelo Clinical Breast Cancer provou a utilidade de Videssa Breast como um complemento de diagnóstico para imagens de mulheres com achados anormais e demonstrou que poderia potencialmente reduzir o uso de biópsia em até 67%. "O uso de biomarcadores para a detecção de câncer é um avanço importante no gerenciamento de mulheres com peitos densos e na navegação em muitos desafios diagnósticos. Como clínico, a capacidade de identificar quem irá se beneficiar mais, acompanhar e descartar o câncer de mama em mulheres, quando eles recebem descobertas suspeitas, é tremendo", diz Elayne Arterbery, oncologista do St. Mary's of Saginaw.

"Este estudo também valida a promessa científica e o crescente papel dos biomarcadores no enfrentamento de desafios diagnósticos para mulheres com peitos densos e os méritos de novas pesquisas para ajudar a expandir a forma como colocamos essa ciência para beneficiar as mulheres", finaliza ela.

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