Orelhas de implantação baixa

Visão Geral

O que é Orelhas de implantação baixa?

As orelhas de implantação baixa são notadas logo ao nascimento do bebê, pois acontecem quando as orelhas estão posicionadas mais abaixo que o local normal. Frequentemente elas apresentam uma rotação posterior, que mostra que aconteceu algum tipo de detenção na rotação anterior normal durante o desenvolvimento fetal da orelha.

Essa é uma pequena anomalia, que sozinha pode não ser motivo de preocupação – apesar de estar ligada à várias condições de saúde - mas se a criança apresentar duas ou mais dessas pequenas anomalias pode ser indicação que ela tenha uma má-formação.

Causas

São diversas as possíveis causas da orelha de implantação baixa, dentre elas:

  • Síndrome de Down
  • Síndrome de Turner
  • Trissomia do cromossomo 13
  • Trissomia do cromossomo 18
  • Síndrome de Treacher Collins
  • Síndrome de Beckwith-Wiedemann
  • Síndrome de Rubinstein-Taybi
  • Síndrome de Smith-Lemli-Opitz
  • Tumor de Wilms

Prevenção

Prevenção

Por ser um problema de origem genética, não há formas de prevenir as orelhas de implantação baixa. Contudo, caso os pais saibam de problemas genéticos na família, podem consultar um especialista para buscar orientações antes da concepção.

Diagnóstico e Exames

Buscando ajuda médica

Normalmente os profissionais já notam a anormalidade no nascimento do bebê ou nos primeiros exames realizados.

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar orelhas de implantação baixa são:

  • Pediatra
  • Neonatologista
  • Geneticista

Ao notar as orelhas de implantação baixa, outros exames serão feitos para tentar determinar a causa do sintoma. Dentre eles, verificar a possibilidade de anormalidades físicas nos ossos da face, no nervo facial e nos rins. Olhos, mãos e pés, além dos ouvidos, podem ser medidos para verificar o desenvolvimento.

O médico também perguntará sobre o histórico de doenças genéticas na família para começar a busca pelo diagnóstico do problema.

Além disso, todas as crianças, ao nascer, devem fazer testes para verificar o funcionamento da audição.

Se durante o crescimento a criança demonstrar alguma mudança no desenvolvimento mental, podem ser solicitados mais exames. Um teste genético também pode ser requerido.

Fontes e referências

  • Ministério da Saúde
  • Departamento de Pediatria da Universidade da Flórida
  • Escola de Medicina de Stanford
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