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Cirurgia de Endometriose: tudo sobre o tratamento

As complicações são muito pouco frequentes, mas existem.

O que é?

A cirurgia de endometriose é o procedimento que visa à remoção de todos os focos visíveis da doença. Em geral, a operação é realizada de duas formas, ambas minimamente invasivas: a laparoscopia ou a cirurgia robótica. Quando nenhuma das opções está disponível, também é possível fazer a operação de barriga aberta (tradicional).

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Quem está indicada a fazer a cirurgia da endometriose

São três as indicações:

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Exames necessários

Além dos testes de praxe para avaliar o risco do procedimento - eletrocardiograma, hemograma, entre outros - é fundamental haver um exame de imagem de alta qualidade para mapear com precisão a localização dos focos. O melhor nesse sentido é a ressonância magnética com preparo intestinal.

Cuidados antes do procedimento

Praticamente os mesmos de qualquer cirurgia abdominal, como dieta sem resíduos nas 48 horas anteriores ao procedimento e controle de doenças clínicas presentes (hipertensão e diabetes, por exemplo).

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Como a cirurgia da endometriose é realizada

A cirurgia laparoscópica é feita por meio de cortes muito pequenos - um dentro do umbigo e mais três com aproximadamente 0,5 cm cada - nos quais são inseridos finos e longos instrumentos que permitem ao cirurgião visualizar toda a barriga (pelve e abdome) e retirar os focos da doença. O procedimento é minimamente invasivo, mais estético, e requer anestesia geral.

A cirurgia robótica parte do mesmo princípio e traz uma vantagem adicional: como os movimentos são realizados pelo robô, eles são mais estáveis e precisos.

Já a cirurgia de barriga é um pouco mais agressiva: a incisão chega a 15 centímetros e a recuperação é mais lenta e dolorosa.

Médico habilitado para realizar o procedimento

O ginecologista com formação cirúrgica que se dedique ao tratamento da endometriose. Se a doença atingir o intestino e as vias urinárias, recomenda-se uma equipe multidisciplinar, com proctologista e urologista.

Tempo de duração do procedimento

Costuma levar de uma hora, em casos leves, a oito horas, em episódios mais graves.

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Praticamente todas as mulheres para quem o procedimento é indicado podem se beneficiar, mas as taxas de sucesso variam de acordo com o quadro. No caso de pacientes que são operadas em função de riscos aos intestinos ou as vias urinárias, é de quase 100%; por causa da dor, 90%; e para tratar a infertilidade, de 50% a 60%.

Cuidados após a cirurgia da endometriose

Depende da cirurgia feita. Se houver necessidade de retirar parte do intestino, a dieta deverá ser controlada por 10 dias. Em caso de remoção de parte da bexiga, pode ser preciso usar um cateter para drenar a urina durante duas semanas.

Fora isso, os cuidados não diferem dos de outros procedimentos: aguardar entre 15 e 30 dias para voltar o trabalho, e retomar a academia, se for o caso, somente após dois meses.

Possíveis complicações da cirurgia da endometriose

As complicações são muito pouco frequentes, mas existem. As mais graves são as intestinais, que por vezes requerem a realização de colostomia (abertura de cavidade para a eliminação das fezes via abdômen).

Além disso, após a abertura da bexiga ou quando a cirurgia é feita sobre os ureteres, é possível haver vazamento de urina. Tais ocorrências também podem demandar novas cirurgias corretivas.

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Existe a necessidade da realização de tratamentos pós-cirúrgicos?

Algumas vezes, sim. Contraceptivos hormonais de uso contínuo podem ser indicados para interromper o ciclo menstrual das mulheres que não desejam engravidar, com o objetivo de reduzir as chances de retorno da doença. A mulher que quer ser mãe, por sua vez, caso não consiga engravidar naturalmente algum tempo após a cirurgia, pode se beneficiar de técnicas de reprodução assistida como a fertilização in vitro.