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Tai-Chi-Chuan: a força de um exercício suave no tratamento de reumatismo

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Quem sofre de doenças reumáticas como a artrite reumatoide, um tipo de inflamação das articulações acompanhada de dor e que costuma dificultar os movimentos, pode encontrar no tai chi um aliado na busca pelo bem-estar. Essa prática milenar, que faz parte da medicina tradicional chinesa, se encaixaria na modalidade de exercícios de baixo impacto. Não existem muitos trabalhos a respeito do tai chi nem uma comprovação de seus benefícios, mas, de um modo geral, esses exercícios são interessantes para pacientes com doenças reumáticas porque relaxam a musculatura e melhoram a amplitude dos movimentos. Resumindo, é uma forma não agressiva de melhorar, gradualmente, a força muscular. Em geral, o reumático começa a apresentar atrofia muscular por causa da dificuldade em movimentar-se.

O tai chi também poderia ser praticado por pacientes reumáticos que têm outros problemas de saúde associados. Por exemplo, males no coração ou nos pulmões. Não há restrição, pois essa atividade física não requer esforço desses órgãos. Antes de aderir à suavidade desses exercícios, no entanto, deve-se consultar um médico. É preciso saber qual o tipo de doença reumática a pessoa tem e em que estágio ela se encontra. Na fase aguda, dependendo da natureza da artrite, por exemplo, o movimento pode piorar a inflamação. O indivíduo tem de respeitar o limite da sua dor e não ir adiante. O melhor exercício é aquele que pode ser feito facilmente, sem estresse nem desconforto.

Na medicina tradicional chinesa, as doenças são provocadas devido ao bloqueio de uma energia vital, o chi, em alguma parte do corpo. Os treinos de tai chi visam, então, liberá-la e distribuí-la. O problema se resolve à medida que a energia passa a fluir, gerando equilíbrio. No início da prática, as aulas são realizadas duas ou três vezes por semana e duram 75 minutos. O ideal é movimentar-se ao ar livre e pela manhã. Segundo especialistas, o tai chi teria surgido há cerca de 1600 anos na China. Dizem que um monge hindu foi para aquele país e, em um templo shaolin, desenvolveu movimentos que resultaram nesta prática. Ela teria também raízes nas artes marciais. Os seus movimentos têm nomes como "brandir a mão nas nuvens", "acompanhar a cauda do pássaro" e "cavalo selvagem joga a crina".

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