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Slow Food: entenda do que trata o movimento que está em alta

Conceito criado na década de 80 propõe uma alimentação mais consciente e "sem pressa"

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É inútil forçar os ritmos da vida. A arte de viver (em todos os sentidos) consiste em aprender a dar o devido tempo às coisas. Seguindo exatamente esse conceito, o movimento Slow Food foi criado em 1986, na Itália, com a intenção de retomar o prazer de comer sem pressa.

Nos últimos anos, vivemos a onda do fast food. Ninguém tinha tempo para elaborar, nem pensar em uma comida saudável, preparada com dedicação. Porém, com a pandemia do coronavírus, muitas pessoas voltaram o olhar para a cozinha da própria casa e passaram a pensar na gastronomia de uma forma diferente.

O conceito do Slow Food é muito mais do que ter tempo para comer: é sobre a preocupação com uma cadeia de processos. Neste sentido, nos dias atuais, muita gente também passou a se preocupar mais com pequenos produtores, padarias locais e onde comprar o seu alimento.

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A comida envolve muitas dimensões da vida, é um dos elementos principais que moldam nossa identidade e nossas relações com o mundo. Ela é conexão com o território e a natureza, é memória e afeto, história e patrimônio. Permeia todas as culturas e muitos rituais, além de definir relações econômicas, sociais e políticas.

Esta abordagem vai muito além das questões nutricionais e fisiológicas, enfatiza, antes de tudo, as percepções sensoriais e a importância do prazer à alimentação, ressaltando as regionalidades e os aspectos ecológicos e culturais. Por isso, é importante darmos mais atenção à nossa alimentação, sem resumi-la apenas a calorias e nutrientes.