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Consumo moderado de álcool pode ajudar na proteção contra Alzheimer

Pesquisadores alertam, entretanto, que o exagero pode aumentar perda de memória

O consumo moderado de álcool pode ajudar a diminuir a perda de memória causada pela Doença de Alzheimer, diz um estudo feito pela Loyola University, nos Estados Unidos, e publicado no jornal especializado Neuropsychiatric Disease and Treatment.

Os pesquisadores analisaram os resultados de 143 estudos anteriores, que contaram com a participação de 365 mil pessoas de 19 países. Durante todos esses estudos, o consumo de bebida alcoólica de cada um dos participantes foi medido, e cada um deles fez testes de memória anualmente.

De acordo com os cientistas, quem consumia álcool moderadamente tinha 23% menos chances de desenvolver sinais de perda de memória causados pelo Alzheimer. Eles também afirmam que o vinho foi a bebida que mais protegeu as pessoas de perda de memória. No entanto, pessoas que bebiam mais do que duas doses por dia, consumo classificado como pesado, tinham mais chances de ter perda de memória.

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O consumo moderado é definido como uma dose de bebida alcoólica para as mulheres e duas para os homens. Essa dose equivale a uma taça de 140 mililitros de vinho ou 340 mililitros de cerveja.

Mesmo que o motivo ainda não esteja claro, os pesquisadores acreditam que o álcool contenha efeitos anti-inflamatórios. Inflamações no cérebro têm um papel importante no desenvolvimento de demência. Elas também estão ligadas a outros problemas, como doenças cardiovasculares, diabetes, derrames, artrite reumatoide e até alguns casos de câncer.

Alzheimer

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Outro estudo, realizado por pesquisadores da San Francisco VA Medical Center, Estados Unidos, mostra que mais de metade dos casos de Alzheimer poderiam ser potencialmente prevenidos com mudanças no estilo de vida e tratamento ou prevenção dessa doença mental crônica.

A análise, publicada no periódico The Lancet Neurology, feita com estudos ao redor do mundo, envolveu milhares de participantes. Depois de observar dados, os estudiosos perceberam que alguns fatores eram extremamente associados à doença: sedentarismo, depressão, tabagismo, diabetes, hipertensão na meia idade e obesidade neste mesmo período da vida. Hoje, aproximadamente 33.9 milhões de pessoas no mundo sofrem do Mal de Alzheimer. Dessas, segundo o estudo, 17.2 milhões de casos (que representam 51%) estão ligadas aos fatores citados acima.

Para os pesquisadores, os dados sugerem que mudanças simples no estilo de vida, como aumentar o nível de atividades físicas e parar de fumar, podem ter grande impacto na prevenção do Alzheimer.

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