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Cirurgia das mamas após a gravidez

É preciso definir o momento certo para realizar o procedimento

Após o nascimento do bebê, não é raro encontrar mulheres que se queixam que as mamas ficaram um pouco flácidas devido ao aumento abrupto de tamanho provocado pela grande produção de hormônios e leite.

A cirurgia plástica pode devolver a estas mulheres o antigo formato dos seios. Nestes casos, a escolha do melhor momento para a realização da cirurgia é a ponderação principal. Não há um consenso sobre a melhor hora para realizar a cirurgia, mas deve-se aguardar a interrupção da produção de leite, com a involução das mamas e o retorno da mulher ao seu peso normal. Este período pode variar muito de uma mulher para outra, mas normalmente é em torno de seis meses após o desmame.

É importante saber que a prótese de silicone não impede a amamentação. A seguir, esclareço quais são as técnicas cirúrgicas que podem resolver o problema da flacidez dos seios após a gestação:

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Mamoplastia de aumento

A mamoplastia de aumento, conhecida como cirurgia da prótese de mama, é indicada para as pacientes com mamas pequenas ou que após a amamentação tiveram uma grande redução do volume mamário, sem que houvesse ptose da mama (queda da mama). Há vários tipos e modelos de próteses de mama, cada uma com uma indicação, dependendo do tipo de mama da paciente e do plano a ser colocado: subglandular ou submuscular. A escolha da prótese de mama será feita com a orientação do cirurgião, visando produzir o melhor resultado para o aumento das mamas, o que em cada mulher é diferente.

A prótese de silicone em si não sofre alterações com uma nova gravidez ou com um novo período de amamentação. Tanto a prótese colocada submuscularmente, quanto a submamária ficam situadas abaixo da glândula mamária, não interferindo no crescimento mamário durante a gravidez e a amamentação. Como a mulher deve evitar esforços nos 30 primeiros dias após a cirurgia e também não pode movimentar os braços em excesso, ela irá precisar de auxílio para tomar conta do bebê.

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Mamoplastia de redução

A gravidez é um importante fator na aceleração da ptose mamária. A mamoplastia de redução tem como objetivo reverter este quadro, suspendendo a mama e retirando o excesso de pele e tecido mamário existentes. É indicada para a redução de mamas volumosas e para suspensão de mamas ptosadas (caídas). Pode também ser indicada para correção de assimetrias entre as mamas.

Após a cirurgia, o movimento dos braços fica bem limitado e as atividades físicas moderadas normalmente são liberadas dois meses depois da cirurgia. Mais uma vez, será necessária uma ajuda extra para cuidar do bebê.

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A paciente deverá ficar afastada de esforços por 30 dias, evitando elevar os braços nos primeiros 14 dias. Deve-se também usar um soutien, sem aros e sem renda, por aproximadamente um mês. A prática de esportes poderá ser retomada após dois meses.

Em caso de gravidez pós-operatória, a amamentação não é prejudicada. O resultado da cirurgia poderá ser prejudicado, com retorno de certa flacidez, devido ao aumento de volume durante a lactação e a posterior redução.

Mastopexia

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A cirurgia é indicada para quem deseja apenas levantar a mama, sem reduzir ou aumentar o volume. Neste procedimento, o cirurgião remove o excesso de pele e modela a glândula mamária. A operação dura de duas a quatro horas e a anestesia também pode ser local com sedação, peridural ou geral, e a alta, na maior parte das vezes, ocorre no dia seguinte.

A recuperação é similar a de quem faz a cirurgia para reduzir o tamanho das mamas: limitação nos movimentos, repouso por conta das cicatrizes e ginástica, só no segundo mês. É necessário auxílio para tomar conta do bebê.