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Laser: cuidados que você deve ter antes de optar pelo tratamento estético

Método deve ser indicado pelo médico e feito em clínica de confiança

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O termo LASER significa Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation (traduzindo, amplificação de luz pela emissão estimulada de radiação). Logo, um aparelho verdadeiramente de laser é aquele que emite determinados comprimentos de onda de luz para tratar especificamente um alvo. Há o laser que atua no pigmento preto (dos pelos, tatuagens e pintas, por exemplo), o que atua no vermelho (sangue, tatuagens, entre outros), o que age sobre a água (destruindo a pele em camadas superficiais ou para cirurgias) e, mais recentemente, sobre a gordura.

Como o tratamento deve ser feito, sua indicação e sua técnica dependerá da escolha e opção do médico.

Ao falar sobre aparelhos de laser em termos leigos, acaba-se incluindo nessa nomenclatura qualquer aparelho de uso em estética, o que é incorreto. Há, portanto, aparelhos de laser e os aparelhos de luz intensa pulsada, que também emitem diferentes comprimentos de onda e são utilizados também para o tratamento de pelos, manchas, vasos, poros, rejuvenescimento e até para acne e vitiligo.

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Há ainda aparelhos baseados em ultrassom, radiofrequência, luz infravermelha, LEDs (lâmpadas de diodo), resfriamento/congelamento, etc. Os de ultrassom, dependendo das características do aparelho, podem ser utilizados para rejuvenescimento, celulite, gordura localizada, flacidez. Assim como os aparelhos de radiofrequência, que além das indicações anteriores, podem ser utilizadas para a esfoliação da pele. A luz infravermelha e os LEDs também podem ser aplicados para o tratamento de doenças, bem como o rejuvenescimento. Os de resfriamento/congelamento estão sendo indicados mais recentemente para destruir a gordura localizada.

Outros aparelhos têm características totalmente diferentes que incluem jatos de cristais, lixas, microcorrentes, iontoforese e que são utilizados por médicos (quando o aparelho pode causar mais complicações) ou esteticistas, fisioterapeutas bem treinados quando o tratamento é de menor risco e há mínima possibilidade de efeitos adversos, mas há inúmeras restrições para o uso de aparelhos para estes últimos profissionais.

Há médicos que ainda chamam seus aparelhos de eletrocoagulação ou eletrocrurgia de laser e estes não têm absolutamente nada relacionado com os verdadeiros aparelhos.

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Cheque antes da consulta

O profissional

Os aparelhos todos e suas tecnologias avançadas causam efeitos adversos e complicações sem exceção se mal utilizados, ou mal aplicados, e portanto, devem ser indicados por médicos altamente qualificados, treinados e capacitados para o tratamento das complicações quando eles surgirem.

Na atualidade, não há como negar que esteticistas, fisioterapeutas, enfermeiros bem treinados, sob supervisão médica, direta tem feito parte da equipe que manipula tais aparelhos.

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Os tratamentos de risco à saúde devem ser sempre realizados pelo médico e o paciente deve estar atento para identificar adequadamente se ele tem o devido registro como médico, que atue numa especialidade relacionada ao tratamento que se propõe, como por exemplo, dermatologista, cirurgião plástico, com título de especialista ou cadastrado adequadamente nas sociedades reconhecidas pelo conselho de medicina e de preferência portadores do registro de qualificação de especialidade (RQE). Eles podem ser investigados pelo paciente através dos respectivos nomes e respectivas sociedades a quem o médico se diz pertencer. Esse pequeno e simples ato pode peneirar grosseiramente um bom especialista.

O aparelho

Diretamente é difícil identificarmos a qualidade, a segurança do aparelho como pacientes, resta então, incluir a confiança na idoneidade e formação do médico escolhido. Porém, se desejarmos e tivermos a curiosidade, podemos anotar o nome do aparelho, as especificações e consultar direto no site da ANVISA, órgão governamental de regulamentação e aprovação de todos os produtos e aparelhos utilizados na área da saúde.

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Outra segurança é a obrigatoriedade instituída pelo mesmo órgão para o porte dos documentos dos aparelhos em questão: nota fiscal, data da revisão do aparelho, manual, itens mínimos que a clínica deve manter à disposição.

Os aparelhos por si só já são complexos e exigem conhecimento profundo do profissional, imaginem um aparelho descalibrado, montado sem critérios, importado sem teste, sem aprovação e pior ainda, que emitem raios (luz, eletricidade, ultrassom, etc) deletérios, causando queimaduras - por frio ou calor -, superficiais ou profundas, destruição dos tecidos e até a cegueira quando a proteção ocular for obrigatória e note-se que cada aparelho que exige uso deles, precisa de uma lente específica para aquele comprimento específico de onda.

Nas próximas discussões sobre o assunto, vamos falar sobre cada um dos tratamentos citados. Até lá!

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