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Mama tuberosa: o que é e como tratar a malformação dos seios

Mamas em formato de "tubo" podem incomodar, mas têm solução cirúrgica

Mama tuberosa tem esse nome pelo formato de "tubo"
Mama tuberosa tem esse nome pelo formato de "tubo"

Deformidades congênitas, mesmo que não causem problemas funcionais, afetam diretamente a saúde emocional em qualquer pessoa. E com o maior símbolo da feminilidade, o impacto pode ser ainda mais devastador.

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As mamas tuberosas são chamadas assim devido ao aspecto semelhante a um tubo, pois são mais longas e compridas, com maior projeção para frente e base estreita e formação de aréolas maiores.

É uma deformidade congênita, que se apresenta durante a puberdade. Esta singularidade, pode ocorrer mais em uma mama que na outra, deixando os seios com um formato que pode causar estranheza na mulher.

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Pode afetar a vida de mulheres a partir dos 17 até a faixa dos trinta anos, desencadeando desconfortos e desequilíbrios físicos e psicológicos, pois provoca a dificuldade de socialização na fase adulta e possível dificuldade no relacionamento amoroso.

O problema é causado por uma anomalia congênita, devido a uma predisposição genética. É importante conscientizar a menina sobre qualquer alteração na mama, para que ela não sofra um impacto psicológico na puberdade.

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Os principais sintomas surgem no começo do desenvolvimento hormonal. Eles são:

As mamas tuberosas podem ser tratadas pela cirurgia plástica, com a correção mamária. Dependendo do caso, com ou sem implantes de silicone.

A cirurgia corretiva desse tipo de mama visa reduzir o diâmetro da aréola, baixar o sulco mamário para atingir a posição adequada, e ainda desfazer o anel fibroso para o tecido mamário passar a ter um formato considerado normal.

Já os implantes de silicone ajudam a melhorar o formato, com a colocação da prótese abaixo ou por cima do músculo. As mamas ganham volume e melhor simetria. Para a colocação da prótese, é retirada a pele ao redor da aréola para achatar a mama e faz-se incisões adequadas no interior da mama para alargar a base. Depois de descolar o sulco inframamário para posição mais inferior, coloca-se a prótese de silicone de base larga e de projeção pouco acentuada.

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Outra alternativa que oferece resultado mais natural é a lipoenxertia mamária. Pode ser associada a prótese de mama em situações específicas de maior complexidade, quando somente o implante não proporciona bom resultado.

A técnica permite colocar gordura do próprio corpo da paciente em áreas com deformidades, como as mamas tuberosas. Tira-se da região do abdome, por exemplo e coloca-se nos seios.

Cerca de 30% do volume aspirado é material aproveitável para enxerto, em outras partes do corpo. A gordura é introduzida via intramuscular, para boa integração do enxerto.

Todo e qualquer esforço se faz necessário para a mulher atingir a plenitude de sua autoestima. Corrigir qualquer alteração mamária pode significar mais saúde física e emocional. Por isso, cada correção das mamas tuberosas deve ser realizado com o devido cuidado e rigor médico, para cada vez mais a mulher se sentir confiante e saudável.