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Fototerapia: o que é, para que serve e como é feita

A fototerapia pode ser usada tanto em questões terapêuticas como para tratamentos estéticos

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O que é fototerapia?

A fototerapia é um tratamento realizado por meio de luzes terapêuticas de laser e led que promovem a emissão de luz ultravioleta sobre as áreas a serem tratadas, proporcionando ação anti-inflamatória e imunossupressora.

O procedimento é capaz de interromper a superprodução de células da pele e de suprimir o sistema imunológico, reduzindo a inflamação. A fototerapia tem como objetivo aliviar sintomas, incômodos e contribuir em melhorias no condicionamento funcional, tratamento de patologias e melhoria estética.

Para que serve a fototerapia?

A fototerapia funciona por meio de energia natural que é a luz, podendo ser aplicada para os mais variados pacientes e necessidades. O gerente de pesquisa Lucas Sousa esclarece que o tratamento com fototerapia pode ser feito desde recém-nascidos e crianças para atuar na melhora de sintomas de patologias como bronquite, asma, cólica, déficits nutricionais, lesões, escoriações, traumas, passando por adultos com processos de reabilitação de lesões ou patologias, até pacientes idosos no controle de diabetes, hipertensão, colesterol, menopausa entre outros.

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Além de ser usada na questão terapêutica, a fototerapia também pode beneficiar pessoas que buscam tratamentos estéticos e medicina preventiva. Veja alguns exemplos de como a fototerapia pode ser usada:

Como funciona o procedimento?

Ao contrário do que muitos pensam, o procedimento com fototerapia é considerado não invasivo e indolor. "A área a ser tratada é exposta ao dispositivo que emite raios ultravioletas que estimulam ou inibem, dependendo da finalidade do tratamento, a atividade celular na pele exposta", explica a dermatologista Simone Neri.

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Os olhos devem estar protegidos durante o procedimento, visto que a luz é emitida por um tempo predeterminado sobre a região. Os efeitos da fototerapia são classificados de curto e longo prazo.

O especialista em Fisioterapia do Trabalho e Ergonomia e Mestre em Biofotônica Aplicada à Saúde Lucas Sousa afirma que em curto prazo os efeitos do procedimento podem trazer controle de inflamação e rápido efeito analgésico, por exemplo. Já em longo prazo é possível proporcionar a estimulação de produção de colágeno e elastina, controle microbiológico, maturação de tecidos para a regeneração de tecidos lesados de forma superficial e profunda, pós-operatórios e tratamentos estéticos, como rejuvenescimento.

Sessões

O número de sessões a serem realizadas depende da patologia e do objetivo do tratamento com fototerapia.

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"É fundamental a avaliação do médico para a indicação do número de sessões necessárias. O ideal sempre é uma prescrição personalizada após a consulta médica", pondera o dermatologista Franklin Verissimo Oliveira.

As sessões de fototerapia podem variar de 10 a 15 sessões quando se trata de um objetivo mais demorado. Já os tratamentos mais simples podem ser feitos em até cinco sessões.

Orientações pré e pós-procedimento

Por ser um procedimento não invasivo, a fototerapia não requer afastamento ou tempo de recuperação. "Não há efeitos colaterais e, também, não causa dor ou desconforto", esclarece a dermatologista Simone Neri.

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No entanto, algumas orientações importantes devem ser seguidas. Antes de realizar o procedimento é necessário fazer a assepsia local. Também não é indicado fazer a aplicação da fototerapia sobre o tecido úmido, com presença de água ou transpiração.

A indicação pós-procedimento é fazer uso de protetor solar normalmente. Isso porque, segundo a dermatologista Natasha Crepaldi, durante uma sessão de fototerapia, é aplicada a quantidade máxima de luz UV que a pele pode tolerar a fim de maximizar o efeito terapêutico. Portanto, é importante se atentar para a aplicação do filtro solar.

"Pessoas em tratamento com PUVA (psoraleno + UVA) apresentam maior fotossensibilização da pele por algumas horas após cada sessão e devem ter ainda mais cuidado com a exposição solar durante o tratamento", ressalta a médica Natasha Crepaldi.

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Contraindicações

A fototerapia é contraindicada para:

Fototerapia causa câncer?

Os tratamentos com fototerapia costuma utilizar uma luz natural que promove a radiação eletromagnética não ionizante a fim de proporcionar um efeito medicinal e terapêutico, diferentemente das luzes UV do sol ou a luz do Raio X, que possuem radiação eletromagnética ionizante que capaz de alterar as células.

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No entanto, a dermatologista Natasha Crepaldi exemplifica que os tratamentos de fototerapia com PUVA e o UVB são considerados carcinogênicos, pois os dois agem no DNA celular, podendo provocar mutações na pele.

Fototerapia neonatal

Além de ser usada em diversos tratamentos estéticos, como vimos anteriormente, a fototerapia também é indicada para recém-nascidos que necessitam tratar a icterícia, pois age na pele facilitando a eliminação da bilirrubina pelo fígado.

"A icterícia é a cor amarela da pele causada por uma substância produzida em nosso corpo, chamada bilirrubina. Produzimos bilirrubina o tempo todo, mas o fígado se encarrega de eliminar e, por esta razão, não ficamos amarelos. Porém, o fígado dos recém-nascidos têm dificuldade de eliminar essa substância nos primeiros dias de vida", explica a pediatra e neonatologista Mônica Carceles Fráguas, especialista do Hospital e Maternidade Pro Matre.

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Veja como é feita a fototerapia neonatal, clicando aqui.

Referências: