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Entenda a relação entre estresse e diabetes

Tensão crônica pode dificultar o processamento da insulina pelo corpo

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O estresse pode causar diabetes ou seria a doença que aumentaria a ansiedade? De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, Saulo Cavalcanti, um puxa o outro. "O estresse sozinho não causa diabetes, mas piora, independente do tipo. E uma pessoa por ser diabética pode se tornar estressada", explica. O endocrinologista ressalta que o estresse pode servir de gatilho apenas para quem já tem um potencial de desenvolver o diabetes do tipo 2, aquele em que o organismo é capaz de produzir insulina, mas tem dificuldade de processá-la. "Isso acontece porque o estresse libera cortisona e adrenalina, que atuam como hormônios de reação. Eles preparam o corpo para uma batalha, aumentando a glicose, e, consequentemente, subindo os níveis de açúcar no sangue", diz.

Estresse pode dificultar o processamento da insulina pelo corpo - Foto: Getty Images
Estresse pode dificultar o processamento da insulina pelo corpo - Foto: Getty Images

É mais provável que o estresse chamado crônico (aquele causado por algum tipo de trauma) seja o responsável pelo aparecimento do diabetes, já que ele faz com que ocorra uma liberação constante de cortisona e adrenalina em excesso.

Além disso, o estresse crônico aumenta os radicais livres no organismo e leva a várias outras doenças. O especialista salienta que outros agentes também devem ser levados em conta no aparecimento do diabetes, como casos na família, excesso de peso, idade e sedentarismo.

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Tipos de diabetes
Diabetes tipo 1: seu aparecimento é mais comum na infância ou adolescência e está ligado a uma autoimunização do organismo às células beta do pâncreas.

A endocrinologista Maria Helena Senger, diretora da Faculdade de Medicina da PUC, em São Paulo, explica que o corpo entra em pane e começa a destruir tais células, fazendo com que a insulina deixe de existir.

Diabetes tipo 2: diabéticos deste tipo são capazes de produzir insulina, porém, têm dificuldade em processá-la. A conseqüência disso é que as células não conseguem metabolizar adequadamente a glicose da corrente sanguínea. O tipo 2 é cerca de oito vezes mais comum que o tipo 1 e atinge pessoas de todas as idades. O ganho de peso é um mal que afeta a população mundial. Isso explica a incidência da doença cada vez maior nos jovens e adolescentes, alerta Maria Helena. O sedentarismo e a hereditariedade são outras causas.

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