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Cirurgias plásticas podem ajudar a aumentar a autoestima

Obsessão pela beleza e vaidade extrema, porém, são armadilhas perigosas

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Cirurgia plástica é um tema controverso. No Brasil, um dos paraísos mundiais para quem quer fazer correções estéticas - o país só perde para os Estados Unidos - , elas são corriqueiras. Mulheres não hesitam em aumentar ou diminuir o tamanho dos seios, bumbum, eliminar gordurinhas, arrebitar o nariz e remodelar o corpo. "A vaidade extrema é uma armadilha perigosa. Ficar atento ao limite do que vai fazer você ficar melhor consigo mesmo é extremamente necessário. Se isso não for respeitado, a saúde é quem vai sofrer danos", pondera o cirurgião plástico Wagner Montenegro.

De acordo com o profissional, há casos em que os processos cirúrgicos são desnecessários e sinalizam graves problemas de autoimagem, como em situações em que pessoa não aceita o seu corpo.

No entanto, ele explica que a linha entre o excesso de preocupação com o corpo e as correções que farão bem à autoestima de uma pessoa é tênue. "Crianças com orelhas grandes sofrem durante o período escolar. Os colegas são cruéis com brincadeiras. O impacto pode ser devastador na autoestima delas. A probabilidade é que quando grandes eles se tornem pessoas inseguras e com complexo de inferioridade", exemplifica. Em casos como este, diz o cirurgião, uma cirurgia chamada otoplastia, que reposiciona as orelhas, gera benefícios emocionais evidentes, o que certamente aumentará autoestima.

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Montenegro ainda cita exemplos como correção no tamanho do nariz e a retirada de mamas em meninos (ginecomastia) em que um processo cirúrgico pode evitar uma série de problemas emocionais. "Em vários casos uma cirurgia plástica é necessária. E não só para aumentar a autoestima do paciente, mas para ele ter a liberdade e o prazer de gozar de uma vida sem tantos medos e inseguranças", ressalta o profissional.

Armadilhas da vaidade
O apelo à estética pressiona mulheres de diferentes biotipos a seguirem um padrão de beleza que nem sempre pode ser levados à risca. O narcisismo e o culto ao corpo virou uma obsessão mundial. De acordo com Montenegro, os excessos cometidos em nome da boa aparência são exagerados e podem, ao invés de aumentar a autoestima, tornar uma pessoa permanentemente insatisfeita. "Corrigir imperfeições para ficar bem consigo mesmo não é algo condenável. Pelo contrário. Isso deve ser perseguido. Porém, o controle, o bom senso e a responsabilidade estão sendo preteridos neste processo", enfatiza o cirurgião.

De acordo com Montenegro, o excesso de recursos estéticos leva as mulheres a exagerar. "Elas acreditam que tudo pode ser resolvido em uma mesa de cirurgia, quando, na verdade, faz parte do amadurecimento aprender a lidar com sinais da idade", diz.

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Os problemas que podem surgir devido à obsessão e a compulsão por intervenções estéticas é grande. Segundo o profissional, os riscos de uma pessoa que recorre inúmeras vezes ao preenchimento facial, à toxina botulínica (Botox), à rinoplastia, ao lifting, entre outros, é deformar o próprio rosto, tornando as expressões faciais artificiais e extremamente estranhas, como a de bonecos, ou seja, sem vida e sem beleza.