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Reações emocionais negativas servem de gatilho para o câncer

Quando as angústias não são digeridas, o corpo exige uma mudança de atitude

Muito se especula sobre a influência do estado emocional no surgimento de tumores. É claro que ninguém aqui vai afirmar que qualquer tristeza ou raiva vai detonar um tumor. Mas sabemos que o estado emocional afeta profundamente o ser humano, em todos os sentidos, inclusive na possibilidade de desenvolvimento de doenças, sejam elas graves ou não , diz a psicóloga e psico- oncologista Maria Belmira Paes de Almeida Garcia, de São José do Rio Preto, no interior paulista.

Isso porque as reações emocionais disparam a produção de uma série de substâncias que podem abalar a eficácia do sistema imune.

Recentemente, uma área da Medicina, a psiconeuroimunologia ganhou força ao demonstrar a interação entre os estados emocionais e a reação física disparada por eles que pode acabar levando a alterações orgânicas.

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Todo sentimento e emoção sentidos precisam ser respeitados e compreendidos para não prejudicarem o corpo , diz Maria Belmira. É isso que levaria uma situação estressante a se transformar

em um aviso do corpo, como uma dor de estômago. Sem dar a devida atenção, isso poderia virar algo mais sério como uma úlcera. E, se mesmo assim, as angústias não são "digeridas", entendidas, aceitas, o corpo grita, podendo surgir então o câncer , acredita a psicóloga.

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É certo que o estado emocional também interfere diretamente no tratamento e na perspectiva futura. Se a pessoa não aceita seu diagnóstico, automaticamente vai rejeitar o tratamento, levando obviamente a um grande risco de fracasso. Ao contrário, se aceita e se compromete, ele pode mudar o resultado.

A reação é extremamente individual, e varia em função da história de vida, do que já ouviu falar sobre a doença, sobre como encarou a doença de alguém próximo...

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Uma coisa é certa: é necessário encarar o problema de frente, sem se esconder dele, nem tentar disfarçá-lo. Muitas vezes o otimista demais pode achar que a realidade é fácil, e nem sempre é , frisa Maria Belmira.

Claro, o câncer coloca a pessoa em uma situação limite. E carrega um estigma de morte e de sofrimento. Hoje sabemos que não é assim, que a cada dia surgem novos, modernos e menos dolorosos tratamentos, que favorecem uma maior sobrevida e muitas vezes a cura , lembra ela.

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A partir da experiência da vivência do diagnóstico do câncer, a pessoa pode começar a valorizar sua vida como nunca havia feito antes, passando a repensá-la, e vivê-la como se cada minuto fosse o único sem significar que seja o último.