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Em experimento, mulher mostra efeitos da falta de sono no corpo

Dormir duas horas a menos do que o recomendado afeta diretamente a aparência e a saúde

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Mulher mostra efeitos da falta de sono no corpo - foto: divulgação
Mulher mostra efeitos da falta de sono no corpo - foto: divulgação

O excesso de trabalho, estresse, insônia, acúmulo de tarefas e distúrbios do sono são alguns dos vilões mais comuns da falta de sono. Além disso, as noites mal dormidas estão relacionadas ao maior risco de sedentarismo, abuso de álcool, depressão e excesso de peso ou obesidade.

A britânica Sarah Chalmers, de 46 anos, decidiu participar de um estudo organizado pela Sleep School, instituição de estudos sobre o sono localizada em Londres, no Reino Unido, para descobrir qual o impacto que os hábitos de sono causam na mente e corpo.

Sendo mãe de três filhos, Sarah sabe bem como é ter que realizar as tarefas diárias após poucas horas de sono. A experiência era dividida em duas etapas: inicialmente, ela deveria dormir um dia por apenas 4 horas - o equivalente à metade da necessidade diária recomendada; depois de passar três dias se recuperando dessa noite mal dormida, Sarah dormiria seis horas durante cinco noites consecutivas.

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"Antes de começar a experiência do sono, minha pele foi examinada para determinar a vermelhidão, textura e tamanho dos poros. Pela minha idade e por ser uma mulher branca, verificou-se uma boa qualidade da minha pele e poucas rugas", comentou Sarah.

A falta de sono também tem um impacto sobre o nosso sistema imunológico, deixando-nos mais vulneráveis a infecções. "Eu não tinha ideia de que cortar as horas de sono por apenas uma ou duas horas por noite pode ter um efeito tão devastador sobre tudo, desde a minha concentração, memória, paciência e até o tom de pele", revelou Sarah ao 'The Daily Mail'.

Os resultados foram o aumento de olheiras, uma pele sem brilho e poros dilatados. Além de tudo isso, algumas manchas acabaram aparecendo na pele. A dermatologista Anita Sturnham explica: "Quando você não dorme o suficiente, seu corpo libera o aumento dos níveis de cortisol, que degrada o colágeno da pele e a elastina, fibras de proteína que mantêm a pele lisa e com elasticidade".

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O estudo foi realizado sobre os padrões de sono de 11.000 pessoas. Na última década, dormir de cinco a seis horas por noite tornou-se um hábito de um terço dos britânicos.

No Brasil, um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente (IPOM) em 2013 mostra que 69% dos brasileiros avaliam seu próprio sono como ruim e insatisfatório. A maioria (43%) dorme apenas de 3 a 5 horas, enquanto 36% dormem de 6 a 7 horas e somente 21% coloca em prática as recomendadas 8 horas ou mais.